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Mulher é encontrada viva após 24 anos desaparecida nos EUA

Mulher é encontrada viva após 24 anos desaparecida nos EUA (Foto: Facebook)

Michele Hundley Smith, que desapareceu em dezembro de 2001 após sair para fazer compras de Natal, foi encontrada viva quase 24 anos depois na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. A localização ocorreu após o Gabinete do Xerife do Condado de Rockingham receber novas informações em 19 de fevereiro e conseguir contato com a mulher no dia seguinte.

Na época do desaparecimento, Smith tinha 38 anos e deixou a residência em Eden, no condado de Rockingham, dirigindo até Martinsville, na Virgínia, cidade situada a cerca de 27 quilômetros, mas nunca retornou. O sumiço foi comunicado pelo marido no fim daquele mês e deu início a uma investigação que mobilizou diferentes agências ao longo dos anos, incluindo o Departamento Estadual de Investigação da Carolina do Norte (SBI), a Administração de Repressão às Drogas (DEA) e o FBI.

Durante as buscas, familiares também se mobilizaram publicamente. Em 2018, uma das filhas criou a página “Bring Michele Hundley Smith Home”, nas redes sociais, para reunir informações e manter o caso ativo. Smith deixou três filhos, então com 19, 14 e 7 anos.

Com a confirmação de que a mulher foi localizada, autoridades informaram que ela solicitou que seu paradeiro não fosse divulgado. As circunstâncias que explicam o período de ausência não foram detalhadas.

A notícia provocou reações diversas entre parentes. A filha Amanda publicou nas redes sociais um desabafo após saber que a mãe estava viva. “Estou extasiada, estou furiosa, estou com o coração partido, estou com uma mistura de sentimentos!”, disse. Em outro trecho, afirmou: “Será que vou voltar a ter um relacionamento com a minha mãe? Honestamente, não sei responder porque nem eu mesma sei. Minha primeira reação seria dizer que sim, com certeza, mas aí penso em toda a dor. Mas mesmo assim, minha mãe é apenas humana, assim como todos nós”.

A prima Barbara Byrd também comentou o caso à emissora WFMYNews 2. “Dá vontade de sair e gritar: ‘Ela está viva, ela está viva’”. Ela acrescentou questionamentos sobre o desaparecimento: “Minha maior pergunta para ela é… O que aconteceu todos aqueles anos atrás, em dezembro? O que a fez ir embora? O que aconteceu?”.

Apesar da localização encerrar a busca formal pela mulher, o caso segue sem respostas públicas sobre o que ocorreu desde o dia em que ela saiu de casa e não voltou.

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