
Cirurgião Jeremy London aponta tabagismo como o maior inimigo da saúde (Foto: Instagram)
O cirurgião cardiovascular norte-americano Jeremy London, que soma centenas de milhares de inscritos no YouTube, chama atenção para um hábito simples que pode anular qualquer esforço em busca de saúde. Em meio a conselhos sobre dietas radicais, treinos intensos e até injeções para emagrecer, o médico destaca o tabagismo como a prática mais nociva ao corpo humano.
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Segundo Jeremy London, os três principais fatores de risco evitáveis para mortalidade por todas as causas são o tabagismo, uma alimentação desequilibrada e a pressão alta. Dentre eles, ele reforça que fumar é indiscutivelmente o pior. Para o especialista, não há comportamento mais prejudicial, já que o cigarro danifica praticamente todos os sistemas de órgãos, eleva muito o risco de infarto e derrame e responde pela grande maioria das mortes por câncer de pulmão.
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Os números apresentados por Jeremy London ajudam a dimensionar a gravidade do problema: cerca de uma em cada cinco mortes no mundo está ligada ao uso de produtos de tabaco. Ele aconselha que quem fuma reflita profundamente sobre abandonar o hábito, pois essa é a medida mais poderosa para proteger a saúde e aumentar a expectativa de vida.
O impacto do cigarro, alerta o médico, vai muito além dos pulmões. A fumaça contém milhares de substâncias químicas que se infiltram na corrente sanguínea e circulam por todo o corpo, atingindo o coração, os vasos sanguíneos, o cérebro e outros órgãos vitais. Esse ataque silencioso ocorre de forma gradual, o que torna difícil perceber o dano enquanto ele avança.
Entre as consequências do tabagismo estão a demência, problemas nas articulações, distúrbios digestivos, perda de audição e visão, além da piora da hipertensão. Muitas dessas condições se desenvolvem ao longo de anos sem sintomas claros, fazendo com que o prejuízo passe despercebido até o surgimento de complicações graves.
A pressão alta, por sua vez, é classificada por Jeremy London como uma “assassina silenciosa”: inúmeras pessoas convivem com níveis elevados sem diagnóstico, sobrecarregando o coração e aumentando muito o risco de eventos cardiovasculares potencialmente fatais.
Além do cigarro, o médico destaca também o papel de uma dieta pobre em frutas e verduras e rica em gorduras trans e alimentos ultraprocessados. Esse padrão alimentar está fortemente associado a mortes por doenças cardiovasculares, obesidade e diabetes, ampliando o quadro de risco para quem não adota hábitos saudáveis.
A boa notícia, segundo Jeremy London, é que tanto a hipertensão quanto muitos problemas relacionados à alimentação podem ser revertidos ou controlados. Praticar exercícios físicos regulares, manter uma dieta balanceada, gerenciar o estresse e, quando necessário, usar medicação fazem parte das recomendações. Ainda assim, o médico reforça que abandonar o tabagismo continua sendo a atitude mais decisiva para garantir uma vida mais longa e com menos complicações de saúde.
