Trump promete vingar militares mortos e ameaça Irã em meio ao conflito

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Donald Trump em pronunciamento sobre retaliação a ataque que matou três soldados (Foto: Instagram)

Donald Trump afirmou que os Estados Unidos vão responder à morte de três soldados americanos e advertiu que o número de baixas “provavelmente” aumentará antes do fim das hostilidades. O presidente dos EUA ressaltou que buscará uma retaliação contundente contra aqueles que sacrificaram a vida de militares sob seu comando.

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O endurecimento do discurso ocorre em meio à escalada de tensão no Oriente Médio, após ataques atribuídos a Washington e Tel Aviv contra alvos no Irã. Trump adotou um tom de guerra, deixando claro que está disposto a ampliar as operações militares para proteger interesses americanos na região.

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Em vídeo divulgado na sexta-feira, o presidente declarou: “Infelizmente, haverá mais [mortes] antes que [a guerra] acabe”. A fala foi entregue enquanto o governo americano estuda novas investidas contra posições iranianas que, segundo autoridades, representam ameaça direta ao pessoal militar dos EUA.

O mandatário norte-americano também direcionou críticas ácidas à Guarda Revolucionária do Irã, enquadrando-a como organização terrorista. “Os Estados Unidos vão vingar seus mortos e desferir o golpe mais devastador aos terroristas que travam uma guerra, basicamente, contra a civilização”, afirmou Trump, colocando o grupo como alvo prioritário.

Além disso, Trump fez apelo direto aos Guardiões da Revolução, ao Exército iraniano e à polícia: “Depoem suas armas e recebem imunidade total, ou enfrentarão a morte certa”. Com essa advertência, o presidente inverteu a responsabilidade para o lado iraniano, afirmando que caberia a Teerã evitar uma escalada catastrófica.

Do outro lado, o discurso em Teerã foi igualmente beligerante. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, prometeu que as Forças Armadas locais deixarão Estados Unidos e Israel “sem esperança”. Ele classificou a morte do líder supremo Ali Khamenei como “declaração de guerra contra os muçulmanos” e justificou a vingança como “legítima”.

A troca de farpas entre Washington e Teerã aumenta o temor de um confronto maior na região, com impacto direto na estabilidade do Oriente Médio e na segurança internacional. Analistas alertam para riscos de contaminação de conflitos vizinhos e para possíveis elevações no preço do petróleo, além de um agravamento das tensões diplomáticas globais.