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Irã e Venezuela: Entenda como Trump eliminou o acesso da China as maiores reservas de petróleo mundial

Irã e Venezuela: Entenda como Trump eliminou o acesso da China as maiores reservas de petróleo mundial (Foto: Reprodução/Agência Brasil)

Movimentos geopolíticos envolvendo Irã e Venezuela em 2026 passaram a ser interpretados como parte de uma disputa global pelo controle do petróleo. Uma análise publicada pelo portal Wealthy Mindset, aponta que a estratégia estaria ligada a decisões do governo do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que resultaram em operações militares e mudanças no controle do fluxo de energia vindo de países que concentram parte significativa das reservas da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Ainda segundo o portal, a China depende fortemente da importação de petróleo, responsável por cerca de 70% do consumo energético do país. Grande parte dessas importações vinha de parceiros estratégicos como Irã e Venezuela. Pequim chegou a garantir cerca de 90% das exportações de petróleo iraniano e aproximadamente 70% das exportações venezuelanas, em negociações que, em muitos casos, eram realizadas em yuan. Entre as maiores reservas de petróleo do mundo estão Venezuela, com cerca de 18%, Arábia Saudita, com 16%, e Irã, com aproximadamente 12%. Juntos, esses países concentram uma parcela relevante das reservas controladas pela OPEP.

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Em 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos lançaram a Operação Absolute Resolve na Venezuela. A ação resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e passou a influenciar diretamente a gestão das reservas petrolíferas venezuelanas, consideradas as maiores do planeta. Poucas semanas depois, em 28 de fevereiro de 2026, Estados Unidos e Israel iniciaram a Operação Epic Fury contra o Irã. A ofensiva incluiu ataques direcionados à liderança do país, entre eles o líder supremo aiatolá Ali Khamenei.

Com essas duas operações, o fluxo de petróleo vindo de países que juntos concentram em torno de 45% das reservas da OPEP passou a sofrer mudanças. Parte dos recursos energéticos presentes em territórios iraniano e venezuelano, ainda segundo o site, estimados em cerca de 27,3 trilhões de dólares, passou a depender de negociações mediadas por Washington para chegar ao mercado internacional.

A alteração no acesso ao petróleo teve reflexo direto nas importações chinesas. Volumes estimados em 1,2 milhão de barris por dia e 800 mil barris por dia deixaram de chegar ao país asiático, representando mais de 20% do total de petróleo importado pela China. Com isso, o país

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O cenário ocorre em meio a uma disputa econômica e tecnológica mais ampla entre Estados Unidos e China. A reorganização do mercado energético também tem sido associada a investimentos em infraestrutura ligada à inteligência artificial, incluindo centros de dados, produção de chips e exploração de minerais estratégicos.Projeções citadas em análises econômicas indicam que a inteligência artificial pode acrescentar até 15 trilhões de dólares à economia global até 2030. Estimativas também apontam que o avanço dessa tecnologia pode gerar cerca de 2 milhões de novos empregos de alta remuneração nos Estados Unidos.

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