
Trabalhador reage mordendo sucuri que o atacou às margens de rio no interior de SP (Foto: Instagram)
Um trabalhador do interior de São Paulo foi surpreendido por uma sucuri enquanto realizava serviços às margens de um rio. Em uma reação instintiva e de rápido reflexo, ele revidou o ataque mordendo o animal. Apesar da gravidade do ferimento causado pela sucuri, o homem conseguiu sobreviver ao incidente, ao passo que a cobra não resistiu às lesões. São Paulo está acostumada a reportar encontros entre humanos e serpentes em áreas rurais, mas casos tão dramáticos continuam a chamar atenção pela rapidez da reação humana.
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O ataque ocorreu quando o trabalhador cortava mato próximo ao rio e se aproximou sem perceber o ofídio escondido entre a vegetação. A sucuri, espécie não peçonhenta mas de grande porte, agarrou o braço do homem com força, causando perfurações profundas. Em meio à dor e ao choque, o homem apertou a mandíbula contra o dorso da cobra, provocando feridas que levaram à morte do réptil. Após o episódio, ele foi socorrido por colegas que acionaram imediatamente o serviço de resgate.
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Sucuris, também conhecidas como jiboias-constritoras, são comumente encontradas em margens de rios e áreas alagadas do Brasil, incluindo o interior de São Paulo. Esses animais utilizam a constrição para capturar presas, mas podem morder em situação de estresse ou defesa. O caso no estado paulista ilustra a importância de estar atento ao ambiente de trabalho em zonas rurais e litorâneas, onde o contato com fauna silvestre tende a ser mais frequente. Biólogos destacam que, apesar de não haver peçonha, a força de uma sucuri adulta pode causar traumas graves.
Após o ataque, o homem foi levado a uma unidade de pronto-socorro, onde recebeu limpeza e sutura das feridas. Uma equipe médica avaliou o paciente para riscos de infecção e iniciou antibioticoterapia preventiva. Segundo profissionais de saúde, em casos de mordidas de serpentes constritoras, a prioridade é controlar hemorragias e evitar a proliferação de bactérias introduzidas pela boca do animal. O paciente passou por exames de imagem para descartar lesões internas e permaneceu em observação por vinte e quatro horas antes de receber alta.
Autoridades ambientais aproveitam o registro para reforçar orientações a trabalhadores rurais, pescadores e frequentadores de áreas alagadiças: usar botas altas, luvas resistentes e permanecer atento ao terreno. Além disso, recomenda-se manter distância ao avistar répteis e acionar equipes de resgate ou centros de controle de zoonoses sempre que identificar cobras em locais de circulação humana. Experiências como essa, no interior de São Paulo, reforçam que prevenção e primeiros socorros podem fazer diferença entre um desfecho grave e a sobrevivência do atingido.
