
Ex-jogador Carlos Alberto tem permanência suspensa no Alphaland Residence Club (Foto: Instagram)
O ex-jogador de futebol Carlos Alberto teve sua permanência suspensa no condomínio Alphaland Residence Club, localizado na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A decisão, proferida pela 1ª Vara Cível estadual em 18 de março de 2026, determinou a expulsão do atleta após avaliar uma ação movida pelo próprio condomínio contra a empresa proprietária do imóvel e contra Carlos Alberto.
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A ação judicial apontou que a moradia de Carlos Alberto sistematicamente gerou atritos com vizinhos e infringiu regras de convivência. Segundo a sentença, a construtora responsável pela locação do apartamento e o atleta foram citados como réus, ficando determinado o imediato despejo do esportista do local onde residia.
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O documento judicial considerou uma série de episódios de comportamento antissocial, como barulho excessivo, realização de festas noturnas frequentes e registros de agressões em áreas comuns. O condomínio declarou que, entre 2019 e 2023, Carlos Alberto acumulou multas que somaram mais de R$ 20 mil, mas as sanções não foram suficientes para inibir a repetição dos problemas.
Vizinhos descreveram ocorrências de festas que se estendiam até o amanhecer, impedindo o descanso de moradores. Em um episódio, um prato foi atirado da varanda do apartamento, atingindo locais de circulação. Houve também relato de visitantes jogando pontas de cigarro sobre carros estacionados e de confusões junto à piscina, com uso de som alto e garrafas de vidro, cuja presença é proibida na área.
A juíza Erica Batista de Castro, em sua fundamentação, ressaltou que as provas evidenciam “conduta antissocial reiterada e incompatível com a convivência em condomínio”. Com a decisão, Carlos Alberto perde o direito de uso do imóvel e fica sujeito a novas sanções caso descumpra a ordem judicial. A determinação, assinada em 6 de março, ainda pode ser contestada por meio de recurso.
Em sua defesa, o ex-jogador alegou ter sido alvo de perseguição por parte da administração do condomínio. Embora tenha reconhecido ter exagerado no volume de algumas festas, Carlos Alberto negou todas as acusações mais graves, incluindo comportamentos violentos, e afirmou que pretende recorrer da sentença.







