
Filipe Luís acompanha lance no estádio durante o processo (Foto: Instagram)
Após ser desligado do Flamengo no início de 2026, o ex-técnico Filipe Luís passou a responder a uma ação judicial movida por um taxista que adquiriu um carro com problemas mecânicos. O processo tramita no 2º Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e o autor requer o ressarcimento de R$ 36 mil em custos de reparo. A defesa do treinador argumenta que a transação foi realizada por meio de uma empresa intermediária, e não diretamente por ele.
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Conforme o jornal O Globo, o veículo em questão é um Land Rover Range Rover Evoque avaliado em quase meio milhão de reais. Pouco depois da transferência de titularidade, o comprador apontou superaquecimento no motor, vazamentos de combustível e falhas constantes na transmissão. Segundo o autor da ação, essas avarias comprometeram a dirigibilidade e a segurança do modelo, motivando a busca por reparos urgentes.
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Para solucionar os defeitos, o taxista desembolsou cerca de R$ 36 mil em oficinas especializadas, incluindo a troca de componentes do sistema de arrefecimento, conserto de tubulações de combustível e reparos na caixa de câmbio. Insatisfeito com o resultado da compra, ele decidiu acionar Filipe Luís na Justiça, alegando falta de transparência quanto ao estado real do automóvel no momento da venda.
Na contestação apresentada, o ex-técnico ressaltou que não houve contato direto com o comprador, já que toda a negociação foi realizada por uma revendedora de veículos de alto padrão. Segundo os advogados de Filipe Luís, caberia à empresa intermediária realizar as vistorias e garantir a veracidade das informações sobre o carro antes de concluir a transação.
Além disso, a defesa destacou que os problemas relatados refletem o desgaste natural de um veículo utilizado intensamente, e que não havia registro de falhas durante o período em que o treinador manteve o Range Rover Evoque em sua posse. Portanto, sustentam que eventual responsabilidade pelos defeitos deve recair sobre a revendedora, e não sobre o ex-técnico.
O processo segue em fase de produção de provas, com a expectativa de perícias técnicas que possam apontar a origem das avarias. Ainda não há data marcada para audiência de instrução, mas as partes devem apresentar novas manifestações nos próximos dias. A sentença do 2º Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca definirá quem arcará com os custos dos reparos e eventuais indenizações.







