Site icon Jetss BR

Médico agride esposa que se salva ao pedir socorro nas redes sociais


Psiquiatra José Lúcio de Abreu Faria Júnior detido pela PM-MG em Divinópolis (MG). (Foto: Instagram)

Um médico psiquiatra foi detido pela Polícia Militar de Minas Gerais (PM-MG) em Divinópolis (MG) após manter a esposa em situação de violência doméstica por dois dias. A prisão foi realizada nesta quinta-feira, 19 de março de 2026, após a vítima, de 43 anos, buscar socorro ao se refugiar em um banheiro com a filha de 2 anos e usar o Wi-Fi de um vizinho para enviar mensagens nas redes sociais, já que o agressor havia bloqueado sua linha telefônica.

++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

De acordo com o inquérito, o autor das agressões é o médico José Lúcio de Abreu Faria Junior, de 44 anos, que foi preso no último domingo (15) dentro do apartamento do casal. Ele teria confiscado o celular da companheira e cortado o acesso ao telefone fixo, impedindo qualquer comunicação externa. Conforme a vítima relatou, o conflito iniciou-se após uma discussão a respeito do aluguel de uma casa e escalou para violência física.

++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

Após receber as mensagens de socorro, uma amiga da vítima acionou imediatamente a PM-MG. Os policiais foram até o apartamento e encontraram indícios de luta, como marcas de enforcamento no pescoço e hematomas no rosto da mulher. Para libertar mãe e filha, os agentes precisaram arrombar a porta, momento em que o psiquiatra foi preso em flagrante.

Segundo depoimento da mulher, as agressões se estenderam por dois dias, durante os quais ela chegou a ser impedida de sair do imóvel. O marido, segundo o relato, a enforcou e desferiu socos em seu rosto enquanto a criança de apenas 2 anos presenciava toda a violência.

O crime foi formalmente registrado como lesão corporal simples. Em audiência de custódia realizada no meio da semana, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva pela Justiça, de modo a garantir a segurança da vítima e permitir o prosseguimento das investigações.

Atualmente, a mulher segue sob acompanhamento psicológico e recebe apoio de serviços de assistência social locais. Até o momento, o médico não se manifestou publicamente sobre as acusações. As autoridades continuam colhendo provas e ouvindo testemunhas para completar o inquérito.

Exit mobile version