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Médico é preso em São Paulo suspeito de estuprar neta de 4 anos


Médico de 76 anos detido preventivamente por suspeita de abuso de neta de 4 anos (Foto: Instagram)

Um médico de 76 anos foi detido preventivamente em São Paulo nesta terça-feira (17) sob a suspeita de ter abusado sexualmente de sua neta, que tinha apenas quatro anos de idade. A prisão ocorreu na capital paulista, embora o crime tenha sido denunciado como tendo acontecido em Santos. A prisão preventiva foi determinada para garantir a ordem pública e evitar qualquer possibilidade de interferência nas investigações em curso.

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A denúncia partiu da mãe da menina, nora do suspeito, que passou a perceber marcas incomuns no corpo da filha e mudanças significativas no comportamento da criança sempre que ela voltava de visitas ao avô paterno. Segundo relatos da família, a menina apresentava sinais de angústia e demonstrava relutância em frequentar a casa do avô. As suspeitas cresceram após a mãe notar que as marcas físicas não se assemelhavam a quedas ou acidentes domésticos comuns.

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Após constatar as alterações físicas e emocionais, a mãe da criança iniciou um diálogo cuidadoso para obter mais informações. Foi então que a menina relatou ter sofrido toques inapropriados e externou ter “medo que o avô lhe fizesse mal”. Esses depoimentos, colhidos em ambiente acolhedor e com o acompanhamento de profissionais especializados, reforçaram a necessidade de medidas urgentes por parte das autoridades policiais.

Os primeiros levantamentos realizados pela Polícia Civil de Santos resultaram em um relatório que embasou o inquérito. Após alguns dias de investigação, as peças processuais foram remetidas ao Tribunal de Justiça de Santos, que, no dia 7 de março, expediu o mandado de prisão preventiva. O documento ressalta a gravidade dos indícios reunidos e a urgência de se resguardar a integridade física e psíquica da vítima.

O cumprimento da ordem judicial se deu no bairro Jardim Paulista, zona nobre da capital paulista, onde o suspeito foi encontrado e conduzido à delegacia. Em seguida, ele foi apresentado à audiência de custódia, na qual o juiz responsável confirmou a manutenção da prisão preventiva. Agora, o caso segue em segredo de Justiça, e o médico permanece detido até as próximas fases do processo penal.

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