
Carlos Bolsonaro ao lado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (Foto: Instagram)
O vereador Carlos Bolsonaro publicou nas redes sociais um relato preocupante após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, internado na unidade semi-intensiva do hospital DF Star. Segundo ele, ao chegar ao local, encontrou o pai em situação delicada, com voz fraca e bastante sonolento devido às medicações. Carlos afirmou ter ficado comovido ao testemunhar a aparência abatida de quem costuma ser visto como um defensor de uma postura firme.
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De acordo com a postagem, “ao entrar no quarto, me deparei com aquele homem forte ‘apagado’ na cadeira, com a cabeça baixa, soluçando enquanto dormia”. O vereador explicou que o ex-presidente estava profundamente sonolento em função dos sedativos e analgésicos administrados durante o tratamento, o que intensificou o impacto emocional do encontro.
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No texto, Carlos Bolsonaro contou que precisou recuar e se recompor antes de retornar ao quarto. Mesmo após alguns minutos do lado de fora, quando retornou e fez um gesto de carinho, o ex-presidente não reagiu naquele momento por estar sob efeito das medicações. O vereador ressaltou a dificuldade de acompanhar de perto a fragilidade do pai sem que ele estivesse totalmente consciente.
Segundo o relato, os médicos informaram que a sensibilidade e o nível de sonolência de Jair Bolsonaro estão relacionados às doses elevadas de medicamentos fortes. O ex-presidente utiliza ainda uma pulseira hospitalar com indicação de “risco de queda”. Ao despertar, Carlos optou por não mencionar os acontecimentos políticos recentes, dedicando-se a uma conversa mais amena para não cansar o pai.
O ex-presidente permanece internado na unidade semi-intensiva, apresentando voz fraca, sonolência e queixas de dificuldade para respirar. Durante a visita, os médicos coletaram diversas amostras de sangue para exames e monitoraram a evolução respiratória, possivelmente agravada por uma sequência de episódios de pneumonia. Ao encerrar a publicação, Carlos Bolsonaro desabafou: “Saio do hospital destruído, como sinceramente não esperava ficar. Mas seguimos. Amanhã é outro dia”.
