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Ex-BBB Matheus, denunciado por homofobia, nega estar fugindo da Justiça


Matheus Moreira afirma estar à disposição da Justiça após denúncia de homofobia (Foto: Instagram)

O ex-BBB Matheus Moreira voltou a se manifestar após ser alvo de denúncia por falas consideradas homofóbicas durante sua participação no programa. Por meio de sua defesa, ele afirmou que nunca recebeu notificação formal e que permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos, enquanto o Ministério Público analisa o caso e o autor da denúncia reforça que o ex-participante deverá responder judicialmente.

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Segundo a assessoria jurídica de Matheus, o ex-BBB segue residindo no mesmo endereço em Porto Alegre e todos os seus dados de contato estão atualizados. A defesa nega qualquer tentativa de fuga e destaca que, até o momento, não houve intimação oficial por parte do Ministério Público, o que, segundo eles, comprova a disposição de Matheus em colaborar com as investigações.

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A denúncia foi protocolada em 22 de janeiro por Agripino Magalhães, deputado estadual suplente em São Paulo e presidente da Associação do Orgulho LGBTQIA+. Ele acusa Matheus de ter feito, durante o “BBB 26”, uma imitação considerada pejorativa de Marcelo, participante assumidamente gay. A representação foi aceita pelo Ministério Público, que instaurou investigação sobre o episódio. “Ele não está acima da lei. Vai responder pelo crime que cometeu. LGBTfobia hoje é equiparada ao racismo e será punido”, afirmou Agripino em entrevista ao BacciNotícias.

Em nota oficial, a advogada de Matheus esclareceu que ele não está se esquivando da Justiça e que aguardará a notificação para se manifestar formalmente. A defesa também informou que o ex-BBB já procurou orientação de criminalistas após a repercussão das acusações, demonstrando interesse em apresentar sua versão dos fatos e cooperar com o Ministério Público.

Ainda por meio da assessoria, Matheus lamentou o ocorrido, reconheceu que atitudes que possam ofender outras pessoas não devem ser ignoradas e afirmou estar arrependido. O ex-brother repudiou qualquer forma de discriminação e reforçou seu compromisso com o respeito. Durante sua estadia no reality, ele já havia sido alvo de críticas por outros comportamentos interpretados como preconceituosos, o que intensificou a repercussão negativa nas redes sociais.

Desde 2019, o Supremo Tribunal Federal equipara crimes de LGBTfobia ao racismo no Brasil. Ofensas motivadas por orientação sexual ou identidade de gênero podem ser enquadradas como injúria racial, com penas de um a cinco anos de prisão, além de multa. O caso segue sob apuração e novas manifestações estão previstas conforme o avanço das investigações.

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