
Familiares de Apolo dos Santos pedem respeito ao luto após boatos nas redes (Foto: Instagram)
O homicídio do influenciador Apolo dos Santos, de 28 anos, ocorrido na madrugada do último sábado (28) em uma casa do bairro Jardim Pioneiro, em Paiçandu, Londrina (PR), provocou um forte desabafo de seus familiares nas redes sociais. A prima da vítima, Monique Correa, acusou internautas de espalhar boatos sobre o caso e ressaltou o sofrimento da mãe do jovem, que permanece isolada desde então.
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O criador de conteúdo, natural de São Paulo, vinha conquistando seguidores com publicações sobre lifestyle e sem prévio histórico de desentendimentos públicos. As circunstâncias que levaram ao disparo fatal ainda dividem versões: enquanto a polícia registra uma briga doméstica, os familiares contestam relatos oficiais e afirmam que faltam testemunhas oculares.
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Em um post emocionado, Monique Correa revelou que a mãe de Apolo vive em isolamento absoluto, acometida por profundo luto e receio de se expor às redes. Ela reforçou que as declarações do ex-namorado de Apolo à polícia não esclarecem totalmente o episódio e lamentou o julgamento precipitado de pessoas que desconheciam a rotina e a personalidade do influenciador.
Durante o velório, Monique compartilhou imagens da matriarca em momento de saudade, pedindo respeito ao luto e repreendendo internautas que “julgam sem ter convivido” com Apolo. Segundo ela, o excesso de suposições e a difusão de teorias sem provas intensificam o trauma familiar.
Relatórios da Polícia Militar indicam que o crime começou após Apolo ter supostamente voltado à residência para conversar com o ex-companheiro. Na confusão, o avô deste último, de 81 anos, reagiu e efetuou os disparos. Equipes do Samu foram acionadas, constataram o óbito no local e a PM localizou o atirador em uma via próxima, conduzindo-o à delegacia.
O idoso, diagnosticado com Alzheimer, mostrou desorientação ao depor e não soube informar onde estava a arma, mas os policiais encontraram quatro munições de calibre .38 na casa dele. A investigação segue em curso para apurar responsabilidades e possíveis omissões durante o conflito doméstico.
