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Empresário é achado morto depois de mensagem sinistra de facção


Empresário Higor Santos da Silva e carro incendiado encontrados em Caicó (RN) (Foto: Instagram)

Um empresário de 27 anos, Higor Santos da Silva, foi localizado sem vida na manhã de segunda-feira (30) em uma área de mata em Caicó, no Rio Grande do Norte. O corpo apresentava marcas de tiros, indicando possível execução, e foi encontrado por familiares após desaparecimento repentino no domingo à noite.
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Segundo a Polícia Civil, Higor, conhecido como “Higor de Ouro”, deixou de ser visto na noite de domingo (29). Equipes iniciaram buscas imediatamente e, ainda no mesmo dia, encontraram apenas o automóvel da vítima, completamente destruído e incendiado, sem qualquer indício do paradeiro dele.
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Na manhã seguinte, por volta das 6h, o corpo foi descoberto em um trecho de mata no bairro Adjuto Dias, a aproximadamente 100 metros de onde o carro havia sido deixado. Familiares acionaram a polícia após identificar a localização exata, o que possibilitou o início das perícias no local. A área foi isolada para os trabalhos do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP).

A autoridade responsável pelo caso, delegado Paulo Nilo, detalhou as circunstâncias que apontam para execução. “Inicialmente, tratávamos como suspeita de sequestro. Contudo, ao chegar ao local, constatamos que ele estava com as mãos amarradas e diversos ferimentos de arma de fogo no corpo”, declarou. Ainda não há precisão sobre o número exato de disparos, mas o laudo preliminar aponta múltiplos impactos.

Uma mensagem atribuída a uma facção criminosa circulou em redes sociais sugerindo que o homicídio estaria ligado a possíveis ligações da vítima com membros de grupo rival. Apesar da divulgação do conteúdo, a Polícia Civil enfatiza que trata o material com cautela, investigando a autenticidade das ameaças e a real conexão com o assassinato de Higor.

Após a conclusão dos procedimentos periciais, o corpo foi encaminhado ao ITEP para exames complementares. As investigações prosseguem em busca de apurar a motivação do crime, localizar testemunhas e identificar todos os envolvidos. Até o momento, não há prisões, mas o caso segue sob análise das equipes de homicídios da Polícia Civil.

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