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Momento em que polícia encontra cabeça de homem decapitado pela esposa


Mochila preta onde foi localizada a cabeça da vítima em Itaquaquecetuba (Foto: Instagram)

Na tarde desta terça-feira (31), a Polícia Civil de São Paulo divulgou imagens da mochila em que foi localizada a cabeça de Daniel dos Santos, de 32 anos, decapitado pela esposa em Itaquaquecetuba. O crime chocou a Grande São Paulo e ganhou repercussão nacional pela violência e pelas circunstâncias relatadas pela suspeita. Paula Elen Neves da Silva, de 24 anos, confessou ter cometido o ato após alegar ter impedido um suposto abuso contra o filho de 3 anos. A mulher foi presa em flagrante e responde por homicídio qualificado e destruição de cadáver.
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As investigações apontam que, no domingo (29), o casal chegou ao condomínio acompanhado de uma terceira pessoa. Segundo depoimentos, todos consumiram bebidas alcoólicas antes de se dirigirem ao apartamento onde Paula mora com os filhos. Ainda não há detalhes sobre a identidade ou o paradeiro desse terceiro envolvido. A Polícia Civil apura se ele presenciou todo o desenrolar dos fatos ou se manteve-se alheio ao que ocorria dentro do imóvel. Testemunhas serão ouvidas para esclarecer essa participação.
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Em seu relato à polícia, Paula afirmou que fingia estar caída ao lado do sofá, como se estivesse dormindo, enquanto o companheiro descansava. Ao perceber que Daniel teria aberto a fralda do filho de 3 anos, ela afirma ter entendido haver risco de abuso. Desesperada, a mulher relatou ter agarrado uma faca de cozinha e desferido golpes contra o marido para interromper o suposto ato. Não há comprovação, até o momento, de que qualquer abuso tenha de fato ocorrido, e a investigação segue em busca de vestígios que confirmem ou descartem essa versão.

Após os golpes iniciais, Paula descreveu ter entrado em pânico e iniciado o processo de esquartejamento. De acordo com o depoimento, a cabeça da vítima foi separada do corpo e colocada dentro de uma mochila preta, que ficou bastante estufada. O resto do corpo foi arrastado até o banheiro do apartamento. As autoridades acreditam que a tentativa de ocultar o cadáver indica premeditação na destruição de provas.

Vídeos divulgados mostram o estado da mochila encontrada pelos agentes e cenas do corpo de Daniel ainda sobre o sofá, envolto por uma grande mancha de sangue e sem a cabeça. Esse material integra o inquérito policial e deve auxiliar na reconstituição detalhada do crime. A exibição das imagens visa demonstrar o grau de complexidade na remoção de evidências e como a suspeita tentou esconder o ato até o momento da prisão.

Após a conclusão do crime, Paula teria enviado mensagens a familiares, incluindo o ex-marido – pai das crianças –, à mãe e ao irmão, confessando o ocorrido. O caso foi registrado na delegacia local como homicídio qualificado, destruição de cadáver e fraude processual. Atualmente, a investigada permanece detida e à disposição da Justiça, enquanto o inquérito segue em andamento para elucidar todos os detalhes desse episódio brutal.

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