
Fachada da Previdência Social – sede do INSS (Foto: Instagram)
A aposentadoria por idade em 2026 exige que mulheres tenham atingido 62 anos e homens 65 anos, além de um tempo mínimo de contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As regras vigentes foram definidas pela Reforma da Previdência e impactam diretamente quem planeja solicitar o benefício neste ano. O valor recebido varia de acordo com o histórico de recolhimentos de cada segurado, seguindo critérios de cálculo estabelecidos pelo governo federal.
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Consolidada pela Emenda Constitucional 103/2019, a aposentadoria por idade continua sendo a principal porta de entrada no sistema previdenciário brasileiro no ano de 2026. Para ter direito ao benefício, é necessário cumprir a idade mínima prevista e comprovar o tempo de contribuição exigido em lei. Além disso, é fundamental que o segurado entenda como funciona a metodologia de cálculo do valor final, que leva em conta todas as contribuições registradas desde julho de 1994.
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Atualmente, tanto mulheres quanto homens devem comprovar pelo menos 15 anos de recolhimentos ao INSS, o que corresponde a 180 meses de contribuição. No entanto, há uma regra específica para homens que iniciaram o pagamento das contribuições após a promulgação da reforma em 2019: estes precisam atingir um período mínimo de 20 anos de recolhimento para ter o benefício deferido. Essa exigência adicional é considerada um critério técnico indispensável para evitar a recusa do pedido de aposentadoria.
O cálculo do valor da aposentadoria por idade não é fixo e está diretamente ligado à média salarial do segurado. Para chegar ao montante, o INSS considera 100% dos salários de contribuição desde julho de 1994, sem desconsiderar os menores valores. Inicialmente, o benefício corresponde a 60% dessa média após cumprir o tempo mínimo de contribuição. A cada ano extra de pagamento acima do exigido — superior a 15 anos para mulheres e 20 anos para homens —, acrescentam-se 2% ao valor base.
Na prática, isso significa que quanto mais tempo o trabalhador permanece ativo no mercado e continua contribuindo, maior será o valor final da aposentadoria. Apesar disso, a legislação garante que nenhum benefício ficará abaixo do salário mínimo em vigor. Para quem estava prestes a atender aos requisitos quando a reforma entrou em vigor, seguem vigentes regras de transição, como a soma de pontos ou o aumento gradual da idade mínima. Além disso, profissionais expostos a agentes nocivos e professores têm direito a reduções nos critérios.
Especialistas recomendam o uso do simulador disponível no aplicativo Meu INSS para estimar o valor do benefício e a data em que será possível solicitá-lo. A ferramenta cruza informações do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) com a legislação atual, permitindo identificar eventuais inconsistências e planejar estratégias de contribuição. Com o teto do INSS reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o acompanhamento periódico das contribuições é essencial para preservar o poder de compra na aposentadoria.
