
Padrasto é preso suspeito de envenenar enteada de 9 anos em Alto Horizonte (GO) (Foto: Instagram)
O padrasto de uma menina de 9 anos foi preso na tarde de quarta-feira (1º) em Alto Horizonte, município do norte de Goiás, suspeito de ter envenenado o alimento das crianças. A morte da criança foi oficialmente confirmada na última sexta-feira (27) pela Polícia Civil do estado. Moradores da cidade ficaram em choque ao saber que a jovem Weslenny Rosa Lima teria ingerido arroz contaminado em sua própria casa.
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Segundo o inquérito da Polícia Civil, o homem é investigado por feminicídio triplamente qualificado pela morte da enteada e por tentativa de homicídio triplamente qualificado contra o irmão de 8 anos. As investigações estão sob responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Goiás, que busca levantar todas as circunstâncias do caso.
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De acordo com os investigadores, as duas crianças passaram mal após consumir o arroz preparado pelo suspeito em uma panela comum. Weslenny não resistiu aos sintomas e morreu ainda no mesmo dia, enquanto o irmão de 8 anos foi socorrido e encaminhado ao Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano, em Uruaçu, onde permanece internado e sob cuidados médicos intensivos.
No local do crime, os policiais encontraram a panela com o arroz misturado a grânulos escuros, com características de produto tóxico. Laudos periciais confirmaram a presença de veneno na refeição. Durante a vistoria, também foram localizados quatro gatos mortos no quintal da residência; a perícia atestou que os animais haviam ingerido restos do arroz e sucumbido ao envenenamento.
Em depoimento, o suspeito admitiu ter preparado o arroz e alegou ter descartado as sobras em um saco de lixo, afirmando que os animais domésticos podem ter encontrado o alimento no dia seguinte. Ele negou, contudo, a intenção de matar as crianças. A Polícia Civil continua ouvindo testemunhas e familiares para esclarecer o motivo que levou ao crime.
O homem segue custodiado na delegacia da cidade e à disposição da Justiça de Goiás. As autoridades mantêm as diligências em andamento, reunindo provas e depoimentos para concluir o inquérito e encaminhar o caso ao Ministério Público.







