Ary Fontoura recorre à Justiça por dívida de aluguel de imóvel e revela o valor cobrado

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Ary Fontoura, 93, move ação de despejo por inadimplência (Foto: Instagram)

O ator Ary Fontoura, de 93 anos, ingressou com uma ação judicial solicitando a cobrança de aluguéis em atraso e a desocupação de um imóvel que possui na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo os autos, a inquilina deixou de pagar as mensalidades e outros encargos, o que elevou o débito a uma quantia expressiva. Além de pedir o despejo, o artista requer a quitação integral do valor devido, que ultrapassa a garantia contratual.
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De acordo com o processo, Ary Fontoura tentou resolver o impasse de forma amigável, mas não obteve acordo com a locatária. Sem avanços nas negociações, o veterano optou por recorrer ao Judiciário em fevereiro, protocolando uma ação de despejo acompanhada de pedido de cobrança dos valores atrasados. O ator destaca nos documentos que, apesar das tentativas de conciliação, não houve nenhuma manifestação concreta por parte da ocupante do imóvel.
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Segundo a coluna de Fábia Oliveira, publicada no Metrópoles, o montante acumulado corresponde a aproximadamente R$ 131 mil em aluguéis e encargos. O ator alega que, embora o contrato preveja uma caução de R$ 18 mil, tal garantia tornou-se insuficiente diante do avanço dos débitos. Ainda conforme a petição, a locatária não desocupou o imóvel e sequer apresentou comprovação de ter vendido algum bem para saldar parte da dívida, como chegou a afirmar informalmente.

No pedido de liminar, Ary Fontoura requer que a Justiça determine a desocupação do imóvel no prazo de até 15 dias, sob pena de multa. Simultaneamente, solicita que a inquilina quite o saldo devedor dentro do mesmo período, o que poderia evitar a rescisão imediata do contrato de locação. O veterano argumenta que a urgência se justifica pela necessidade de retomar a posse do bem e resguardar seus direitos patrimoniais.

Além disso, o artista pleiteia que, em caso de não cumprimento das determinações judiciais, seja expedido mandado de despejo compulsório e seja imposta a execução forçada do pagamento dos débitos. Na petição, ele enfatiza que, mesmo após diversas tentativas de solução extrajudicial, restaram esgotados os meios de acordo, restando apenas as vias judiciais para garantir a satisfação do crédito e a retomada do imóvel.