
Gil do Vigor critica atitude de Virginia Fonseca ao beijar macaco e alerta sobre responsabilidade digital (Foto: Instagram)
Gil do Vigor voltou a defender a responsabilidade de quem tem grande alcance nas redes ao comentar a recente polêmica envolvendo Virginia Fonseca. Durante sua participação no programa Papo de Segunda, exibido pelo GNT, o economista citou o episódio em que a influenciadora aparece beijando um macaco em vídeo publicado online e classificou a atitude como “extremamente irresponsável”. Para Gil, o alcance — estimado em milhões de seguidores — impõe um dever de cuidado que não pode ser ignorado na hora de criar ou compartilhar conteúdo.
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O vídeo, que logo se espalhou pelas redes, suscitou críticas por suposta conotação racista, já que muitos internautas relacionaram a cena aos ataques racistas sofridos pelo jogador Vinícius Júnior. Gil contou que se sentiu incomodado ao ver a gravação e que, por mais que a influenciadora alegue não ter tido má intenção, não há justificativa para minimizar o impacto de ações nocivas. Segundo ele, “não tem como a gente se isentar dessa responsabilidade somente falando: ‘Eu não imaginava, eu não percebi que tomaria essa proporção’”.
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Ao relembrar que Virginia chegou a ser apontada como uma das personalidades mais influentes do país, Gil do Vigor ressaltou que o poder de engajamento não deve servir apenas a acordos comerciais ou entretenimento superficial. Para ele, a visibilidade conquistada precisa ser convertida em debates relevantes, que promovam reflexão sobre temas sociais variados e ajudem a educar o público.
O ex-BBB também destacou a importância de buscar informação antes de apertar o botão de “publicar”. Ele defende que quem produz conteúdo deve avaliar as possíveis consequências de suas postagens, ainda que não exista a intenção inicial de ofender ou desrespeitar grupos específicos.
Gil lembrou que ações que podem atingir sentimentos de minorias ou reforçar estereótipos carregam responsabilidade, independentemente de o autor ter planejado o alcance da repercussão. Essa postura, para o economista, diferencia quem apenas gera visibilidade e quem busca usar o espaço digital para ampliar pautas conscientes.
Por fim, o comentarista criticou aqueles que tentam reduzir a seriedade dessas situações, argumentando que grande parte do público, especialmente jovens e negros, acompanha influenciadores diariamente. Para ele, esse cenário impõe cuidado redobrado na hora de criar conteúdo, pois a mensagem pode ter consequências profundas na percepção social.







