
Recompensa de 250 milhões de pesos busca bebê de grávida assassinada em Cali (Foto: Instagram)
As autoridades da Colômbia reforçaram as apurações sobre o assassinato de María Camila Potosí, de 21 anos, e lançaram uma recompensa de 250 milhões de pesos colombianos – o equivalente a quase R$ 400 mil – para quem fornecer informações que ajudem a localizar o bebê da vítima e a apontar todos os envolvidos no crime. A iniciativa visa agilizar a identificação dos responsáveis e o paradeiro da criança.
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María Camila, em seu oitavo mês de gestação, desapareceu no dia 16 de julho em Cali. Três dias depois, seu corpo foi achado às margens do rio Meléndez. De acordo com familiares, o bebê já não estava em seu ventre quando a mãe foi localizada, e desde então a criança não foi mais vista.
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O prefeito de Cali, Alejandro Eder, declarou que a principal suspeita no caso já prestou depoimento à polícia. Câmeras de segurança registraram a mulher e María Camila juntas em uma motocicleta poucas horas antes do sumiço. As divergências nos relatos da testemunha sobre os últimos momentos ao lado da vítima atraíram a atenção da Fiscalía colombiana.
Alexander Potosí, pai da jovem, afirmou acreditar que o crime foi premeditado. Em entrevista à imprensa local, ele explicou que a suspeita foi apresentada a María Camila em um programa para gestantes. Para o pai, as inconsistências nos depoimentos, somadas às imagens das câmeras, indicam que o assassinato pode ter sido meticulosamente planejado.
Além da dor pela perda de María Camila, a família vive a incerteza sobre o destino da criança. Somente após o reconhecimento do corpo descobriram que a bebê não estava com a mãe. Desde então, fazem apelos públicos para que quem tiver qualquer informação procure imediatamente as autoridades.
A Fiscalía Geral da Colômbia continua a investigação, aguardando laudos e depoimentos que esclareçam a motivação do crime, confirmem a participação de outros suspeitos e, sobretudo, localizem o bebê desaparecido. Enquanto isso, familiares e moradores de Cali mantêm manifestações e cobram justiça para María Camila Potosí.








