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Fotos revelam ligação entre influenciadora presa e líder de facção


Influenciadora Evellyn Braga é presa no Pará por suspeita de facilitar assassinato (Foto: Instagram)

A influenciadora digital Evellyn Braga foi presa no Pará, acusada de dar suporte logístico a uma quadrilha responsável pelo assassinato de um sargento da reserva da Polícia Militar. Investigadores encontraram fotografias que a mostram ao lado de armas de fogo e grande quantidade de munição, além de registros com o namorado, apontado como membro de uma facção criminosa. Durante a mesma ação, uma adolescente também foi detida pela polícia.

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A prisão de Evellyn Braga ocorreu em Mãe do Rio, município do interior paraense, após diligências da Polícia Civil na madrugada. Segundo o delegado responsável, a influenciadora é suspeita de facilitar o transporte de armamentos e a comunicação entre os executores do homicídio de Antônio Anildo Alves, que já comandou a Guarda Municipal e era sargento da reserva da PM. A adolescente detida é investigada por possível participação no mesmo esquema.

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As imagens interceptadas por determinação judicial foram analisadas e consideradas fundamentais para as investigações. Em vários registros, Evellyn surge com o parceiro, identificado como Gabriel, posando ao lado de fuzis e carregadores de munição de grosso calibre. Esses arquivos agora fazem parte do inquérito que busca comprovar o envolvimento direto do casal com o grupo criminoso que age na região Norte do Pará.

O crime que desencadeou a operação ocorreu na tarde de quarta-feira (29), quando o sargento Antônio Anildo Alves foi atingido a tiros dentro de um centro comercial de Mãe do Rio. Câmeras de segurança mostram que, por volta das 18h14, ele se preparava para embarcar em uma motocicleta quando três homens armados saíram de um carro preto e dispararam várias vezes contra o militar, que morreu no local.

Conforme as apurações, Evellyn Braga utilizava sua mobilidade e rotina nas redes sociais para repassar informações aos executores, auxiliando no monitoramento da vítima e na organização da fuga dos atiradores. A Polícia Civil tenta agora detalhar se ela chegou a oferecer local para esconderijo, transporte ou qualquer apoio que tenha facilitado a ação criminosa.

O inquérito segue sob sigilo, e a polícia mantém uma força-tarefa na região para identificar e prender outros possíveis integrantes da célula. Equipes de inteligência monitoram rotas frequentes do grupo e analisam dados de comunicação e transações financeiras ligadas aos suspeitos, na busca por desarticular toda a organização.

Conhecida por compartilhar momentos familiares em suas redes, onde soma cerca de 17 mil seguidores, Evellyn publicou mensagens emocionadas para a filha poucas horas antes da detenção. As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do assassinato do sargento Antônio Anildo Alves, responsabilizar todos os envolvidos e evitar novas ações da facção no Pará.

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