
Tela de computador exibe gráfico de negociações no mercado de energia (Foto: Instagram)
Em 5 de agosto de 2026, a Axia Energia informou que as vendas de energia no mercado livre atingiram 15,0 terawatts-hora (TWh) no segundo trimestre de 2026, representando uma queda de 9,7% em relação ao mesmo período de 2025.
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O preço médio de comercialização no mercado livre subiu 24,4% na base anual, chegando a R$ 191,11 por megawatt-hora (MWh). Esse aumento de tarifa contribuiu para que a receita de geração associada ao Ambiente de Contratação Livre (ACL) alcançasse R$ 2,873 bilhões, com volume médio reportado de 6.883 megawatts médios (MWmed).
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No mercado de curto prazo, a Axia Energia registrou receita de R$ 2,294 bilhões no trimestre, apoiada em um volume médio de 5.111 MWmed e em um preço médio de R$ 205,00 por MWh.
Embora o volume negociado no mercado livre tenha recuado quase 10%, o ajuste de preços suavizou o efeito sobre a arrecadação. A diferença entre os ambientes de contratação livre e de curto prazo reflete a estratégia da companhia de equilibrar contratos de longo prazo com operações pontuais em bolsa.
Quando consideradas todas as vendas de energia gerada pela Axia, houve redução de 16,9% no total de megawatts-hora comercializados, passando para 25.200 gigawatts-hora (GWh) no período.
Esses resultados fazem parte do relatório financeiro e operacional referente ao segundo trimestre de 2026, no qual a empresa detalhou o desempenho por plataforma de venda e indicou perspectivas para o restante do ano.








