
Funcionário de limpeza passa em frente a agência Bradesco Prime no Centro da cidade (Foto: Instagram)
O Bradesco divulgou nesta quarta-feira (05) um lucro líquido recorrente de R$ 7,050 bilhões no segundo trimestre de 2026, representando crescimento de 16,2% na comparação anual e avanço de 3,5% em relação aos resultados do primeiro trimestre do mesmo ano.
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Como principal indicador de rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE) atingiu 16,2% em junho deste ano, ante 14,6% registrado em junho de 2025. No fim de março, o índice havia sido de 15,8%, demonstrando evolução consistente ao longo dos trimestres.
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A margem financeira bruta do banco alcançou R$ 20,8 bilhões no período, assinalando crescimento de 15,7% em 12 meses. Por sua vez, a margem líquida – que já incorpora a dedução das provisões para perdas – alcançou R$ 10,88 bilhões, elevação de 9,9% frente ao segundo trimestre de 2025.
No segmento com clientes, a margem bruta totalizou R$ 20,2 bilhões, alta de 13,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida com clientes atingiu R$ 10,2 bilhões, um incremento de 6,2% na comparação anual, refletindo maior volume de crédito concedido e ajuste de spreads.
Em operações de tesouraria, a margem com o mercado somou R$ 673 milhões, mais que dobrando o resultado de R$ 288 milhões apurado no segundo trimestre de 2025, impulsionada por oportunidades em instrumentos financeiros de mercado.
“O Bradesco aproveitou boas oportunidades de negócios e entregou o décimo trimestre consecutivo de aumento do lucro líquido e expansão do ROAE. Nossas receitas se mostram resilientes ao cenário macroeconômico”, destacou o banco ao comentar os números.
Sobre as margens, a instituição ressaltou que o desempenho da margem com o mercado reflete uma eficaz gestão de risco e aproveitamento de oportunidades em derivativos e produtos estruturados. Já a evolução da margem com clientes foi influenciada pela elevação do volume de crédito e pelo aumento do spread praticado.
