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Pai do menino Gustavo tentou algo ainda pior após abusar e dilacerar o próprio filho (Foto: Instagram) -
Laudo do IML aponta que pai dilacerou o próprio filho durante abuso (Foto: Reprodução/G1) -
O laudo do Instituto Médico Legal concluiu que Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, morreu em decorrência de múltiplas agressões e abuso, segundo informações divulgadas pelo portal Bacci (Foto: Reprodução/g1) -
A perícia apontou que a morte ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”, conforme o documento do IML (Foto: Reprodução/g1) -
Segundo o exame, Gustavo apresentava hemorragia interna, marcas de agressão no rosto e laceração intestinal, sem indícios de afogamento (Foto: Reprodução/g1) -
O menino foi encontrado morto em uma residência na região norte de Palmas após o pai informar à Polícia Civil que ele teria se afogado na piscina (Foto: Reprodução/g1) -
Com a conclusão do laudo pericial, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do pai da criança, o advogado Igor Gustavo Veloso de Souza, e da madrasta, Kathellen Moreira (Foto: Reprodução/g1) -
O pedido de prisão preventiva foi protocolado na Justiça após o avanço das investigações conduzidas pela Polícia Civil do Tocantins (Foto: Reprodução/g1) -
O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias da morte de Gustavo Veloso Feitosa e apurar a responsabilidade dos envolvidos (Foto: Reprodução/g1)
Segundo informações do portal Bacci, as investigações da Polícia Civil do Tocantins apontam que o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, pai de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, teria tentado simular um afogamento após a morte da criança, encontrada na casa dele, em Palmas, na segunda-feira (03). O menino teria morrido na noite anterior, segundo a apuração preliminar.
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De acordo com o delegado Eduardo Menezes, Igor teria permanecido no imóvel até as 16h30 de segunda-feira para construir uma versão que sustentasse a hipótese de que Gustavo havia se afogado na piscina e afastasse sua possível responsabilidade pela morte.
O corpo da criança foi localizado na residência do pai. Conforme a certidão de óbito, Gustavo morreu em decorrência de choque hemorrágico e neurogênico, associado a hemorragia interna, laceração intestinal no reto e violência sexual.
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A hipótese de afogamento passou a ser investigada após a versão apresentada pelo pai. As informações divulgadas pela Polícia Civil, no entanto, apontam para outro cenário, que segue sob apuração.
Na quarta-feira (06), Igor e a madrasta da criança, Kathellen Moreira, foram presos. O caso permanece sob investigação da Polícia Civil do Tocantins.