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Pretexto do Museu do Ipiranga: como Breno levou as filhas sem gerar suspeitas


Suspeito é preso após asfixiar as filhas em carro no Cidade Dutra (Foto: Instagram)

No sábado (8), por volta das 15h30, Breno de Souza Castro deixou a casa de sua mãe na Vila Prudente, zona leste de São Paulo, acompanhado de suas duas filhas, de 3 e 5 anos. Ele afirmou aos parentes que as levaria para um passeio no Museu do Ipiranga, importante ponto histórico da capital paulista. O argumento funcionou como pretexto e não despertou desconfiança entre familiares e vizinhos.

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Segundo o boletim de ocorrência, às 15h o homem havia enviado à ex-companheira, Jennifer, uma mensagem informando que seria a última vez que ela veria as crianças. Quando sua irmã passou a indagar sobre o paradeiro das meninas, Breno respondeu com textos ameaçando matá-las e tirar a própria vida em seguida. A família, alarmada, acionou a polícia, mas o homem e as filhas já não foram mais encontrados.

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A sequência dos fatos só foi esclarecida quando Breno, embriagado, apresentou-se ao 48º Distrito Policial na manhã de domingo (9). Em depoimento, confessou que havia asfixiado as duas crianças dentro de um Renault Clio estacionado na Rua Luiz Supertti, no bairro Cidade Dutra, extremo sul de São Paulo. Após o crime, caminhou durante a madrugada até chegar à delegacia e se entregar.

Interrogado sobre as motivações, ele afirmou ter descoberto uma suposta traição de Jennifer e dito ter ficado “muito mal” emocionalmente. As meninas não resistiram aos ferimentos. Breno foi preso em flagrante e responderá por duplo homicídio, sendo encaminhado ao sistema prisional após os procedimentos legais.

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