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Mulher é morta a tiros em praça de Pindamonhangaba e ex-companheiro é suspeito


Feminicídio em praça de Pindamonhangaba: ex-companheiro é apontado como autor dos disparos (Foto: Instagram)

Na manhã desta segunda-feira (10), uma mulher foi vítima de homicídio a tiros em uma praça no bairro Campo Alegre, em Pindamonhangaba, interior de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi atingida na cabeça e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local. Testemunhas relataram ter ouvido disparos por volta das 9h30 e acionado as autoridades imediatamente, mas o suspeito já havia fugido.
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O crime aconteceu especificamente na Rua São Sebastião, área conhecida por reunir moradores e frequentadores de bairros vizinhos durante o começo do dia. De acordo com o boletim de ocorrência, o ex-companheiro da mulher é apontado como autor dos disparos e deixou o local em seguida. A Polícia Militar fez o isolamento da cena do crime e recolheu projéteis e cápsulas para perícia.
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A investigação caberá à Polícia Civil, que já classificou o caso como possível feminicídio. Em contato com o plantão da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Pindamonhangaba, a autoridade informou que o registro formal está em fase de conclusão e que será aberto inquérito para apurar a motivação do crime. A expectativa é de que depoimentos de vizinhos e familiares da vítima sejam colhidos ainda nesta semana.

Enquanto isso, equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil intensificam as diligências em ruas e rodovias da região na tentativa de localizar o ex-companheiro, considerado foragido. Agentes também consultam câmeras de segurança de estabelecimentos próximos ao local do crime para traçar a rota de fuga do suspeito e identificar eventuais cúmplices.

O assassinato reacende o debate sobre a escalada dos casos de violência contra a mulher no estado de São Paulo. Organizações de defesa dos direitos femininos acompanharão de perto a investigação e cobram respostas rápidas para coibir novo episódio de agressão letal motivada por relações íntimas.

Com base nos elementos já apurados, a polícia busca reconstruir a dinâmica do atentado e esclarecer se houve histórico de ameaças ou violência doméstica prévia entre o casal. A conclusão do inquérito poderá resultar na representação por prisão preventiva do suspeito e no envio de laudo pericial para embasar denúncia pelo crime de feminicídio.

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