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Só Piora! Chefões do PCC e CV pedem proteção ao STF com medo de operação de Trump no Brasil

Chefes de facções criminosas demonstram preocupação com possíveis ações dos EUA em solo brasileiro. Entenda (Foto: Reprodução)

Desde que os Estados Unidos classificaram as facções criminosas brasileiras como grupos terroristas, muito tem se especulado sobre quais poderiam ser os próximos passos das autoridades norte-americanas. Recentemente, esse tema voltou a ganhar visibilidade após um pedido ser enviado diretamente ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), no qual dois grandes criminosos ligados a esses grupos aparentam estar preocupados com possíveis ações dos norte-americanos no Brasil.

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O documento cita Marcola, apontado como uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), e Fernandinho Beira-Mar, ligado ao Comando Vermelho. A petição demonstra preocupação com uma possível ação da CIA ou de outros órgãos de segurança dos Estados Unidos para capturar os dois, em meio ao endurecimento do governo de Donald Trump contra organizações criminosas classificadas pelos americanos como terroristas. De acordo com o pedido enviado ao ministro, os dois criminosos deveriam ser mantidos em um local seguro e sigiloso diante da possibilidade de uma eventual operação norte-americana.

O documento também apresenta uma preocupação relacionada às possíveis consequências de uma ação desse tipo dentro do território brasileiro. A petição alerta para a possibilidade de um “salve geral”, expressão utilizada para descrever uma ordem de mobilização de integrantes de organizações criminosas para realizar ataques coordenados. Segundo o alerta apresentado no documento, uma eventual captura de Marcola ou Beira-Mar poderia provocar uma reação das facções e resultar em ataques em diferentes partes do Brasil.

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Apesar do teor da petição, até o momento não existe confirmação pública de que o governo de Donald Trump, a CIA ou outro órgão de segurança dos Estados Unidos tenha preparado uma operação para retirar Marcola ou Fernandinho Beira-Mar do sistema prisional brasileiro. Assim, o conteúdo enviado a Fachin apresenta uma preocupação sobre uma possível ação dos norte-americanos, mas não comprova que exista atualmente uma operação em andamento para capturar os dois criminosos.

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