
Cleitinho Azevedo (Republicanos) e Patrus Ananias (PT) em eventos de campanha em Minas Gerais. (Foto: Instagram)
O levantamento realizado pela Real Time Big Data e divulgado na segunda-feira (21.set.2026) mostra empate técnico entre Cleitinho Azevedo (Republicanos) e Patrus Ananias (PT) em um eventual segundo turno pelo governo de Minas Gerais. Segundo o estudo, o candidato do Republicanos alcança 43% das intenções de voto, enquanto o petista surge com 42%, diferença dentro da margem de erro. O resultado evidencia a indefinição na preferência dos eleitores mineiros e ressalta a competitividade da disputa.
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A pesquisa testou ainda cinco configurações diferentes de segundo turno, envolvendo combinações com outros nomes que aparecem no cenário local. Em todas as situações, nenhum concorrente extrapolou os limites de empate técnico em relação ao adversário que o acompanhava, o que reforça o equilíbrio entre as principais candidaturas na reta final do pleito.
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No levantamento estimulado para o primeiro turno, Cleitinho lidera com 35% das intenções de voto, seguido por Patrus, com 19%. Outros candidatos — cujos nomes não foram detalhados — somam percentuais inferiores, demonstrando o domínio inicial do líder do Republicanos, mas sem a possibilidade de vitória no 1º turno, já que seria necessário alcançar pelo menos 50% mais um voto para evitar o segundo giro.
O índice de rejeição de ambos os candidatos também está equilibrado: 45% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Cleitinho de jeito nenhum, e o mesmo percentual de eleitores declarou rejeitar Patrus. Esses números destacam o alto grau de polarização e a dificuldade dos postulantes em ampliar apoio por meio de transferência de votos de concorrentes eliminados.
A pesquisa também incluiu a avaliação do trabalho do governador atual, identificado como Simões, no comando do Estado. Os resultados indicam aprovação de 52% dos eleitores mineiros ante 44% de desaprovação. Na classificação desdobrada, 26% consideraram a gestão “ótima” ou “boa”, 44% a julgaram “regular” e 27% a avaliaram como “ruim” ou “péssima”. Esses índices podem influenciar o desempenho das candidaturas de partidos ligados ao governo.
O levantamento foi realizado entre 16 e 19 de setembro de 2026, com 2.000 eleitores de diferentes regiões de Minas Gerais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MG-07331/2026. O custo do estudo foi de R$ 20.000, financiado pela Rede Record Minas.








