
Pesquisa Quaest indica empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em MG com 40% cada no segundo turno (Foto: Instagram)
Um levantamento da Quaest, divulgado na quarta-feira (23.set.2026), mostra que o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador e pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, estão tecnicamente empatados em Minas Gerais com 40% das intenções de voto em um eventual segundo turno. A pesquisa destaca a força das duas candidaturas no estado, onde o cenário de disputa direta se mantém equilibrado entre os dois principais nomes do pleito.
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No confronto hipotético, o índice de brancos, nulos e eleitores que afirmaram não votar soma 13% dos entrevistados, enquanto 7% dos pesquisados se declararam indecisos. Esses números reforçam a relevância dos votos em aberto e dos eleitores que ainda podem definir sua escolha até o dia da votação, o que pode desequilibrar o empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro.
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A pesquisa ouviu 1.506 eleitores com 16 anos ou mais em Minas Gerais, no período de 19 a 22 de setembro de 2026. O levantamento apresenta margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e grau de confiança de 95%. Realizado ao custo de R$ 212.346, o estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07664/2026.
No cenário de primeiro turno em Minas Gerais, Lula lidera com 35% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%. O ex-candidato Avante, Augusto Cury, aparece em terceiro lugar com 5%, e o ex-governador do PSD Ronaldo Caiado tem 4% das preferências entre os eleitores mineiros.
Entre os demais pré-candidatos, Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) somam 2% cada. Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU), Clariana Barão (DC) e o veterinário Wilson Grassi (Democrata) ficaram com 0% das intenções de voto nesse mesmo cenário.
Na simulação de primeiro turno, os votos em branco, anulados e a abstenção totalizaram 9% dos entrevistados, enquanto 13% declararam-se indecisos, indicando parcela significativa do eleitorado que ainda pode mudar de posição até o dia da eleição.
