Alckmin vota em São Paulo e condena episódios de violência política

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Geraldo Alckmin votou em São Paulo neste domingo (25) e afirmou confiar na vitória de Lula no segundo turno. (Foto: Instagram)

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) votou neste domingo (25.out.2026), em São Paulo, e criticou casos de violência política. Ele também afirmou confiar na vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. Depois de votar, declarou esperar que o resultado represente a vontade popular por meio da eleição de Lula.

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Alckmin estava acompanhado de Lu Alckmin e dos ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede), Tabata Amaral (PSB-SP) e Simone Tebet (PSB), além do atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O vice-presidente demonstrou solidariedade à vereadora Iara Pimentel (PT), agredida em Montes Claros (MG), e a Marcelo Rocha, que sofreu agressão em Santos (SP).

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Ao comentar os episódios, Alckmin atribuiu as agressões a adversários políticos e disse que as duas vítimas foram atacadas covardemente por expressarem suas opiniões. Ele lamentou os atos de violência registrados em diferentes pontos do país e desejou uma recuperação rápida a Iara Pimentel e Marcelo Rocha.

O vice-presidente afirmou estar confiante no resultado da eleição e comparou as manifestações de apoio a Lula durante o segundo turno às mobilizações pelas Diretas Já, movimento que, na década de 1980, reuniu atos em defesa de eleições diretas para a Presidência da República. Segundo Alckmin, houve manifestações em todo o Brasil, tanto em cidades pequenas do interior quanto nas capitais, com pessoas nas ruas em defesa da democracia.

Ele também mencionou o ato realizado no sábado (24.out) na Avenida Paulista. Alckmin disse participar da vida pública de São Paulo há décadas e afirmou nunca ter presenciado uma mobilização daquele tamanho na avenida. Na entrevista, destacou ainda a presença de jovens nos atos de campanha e lembrou o Dia Nacional da Juventude, relacionando a juventude ao futuro do país.

Alckmin agradeceu à população pela recepção durante a campanha e disse que a mobilização cresceu nas ruas e nas redes sociais. Demonstrou entusiasmo com o segundo turno e afirmou que a participação popular é essencial para garantir a democracia. Para ele, em uma democracia o povo é ouvido e participa das decisões, enquanto em uma ditadura o poder fica concentrado. Também citou avanços do Brasil em renda, emprego, economia, educação, saúde e meio ambiente. Ao concluir, disse que aguardaria o resultado das urnas e que o povo brasileiro era o protagonista da eleição.