
Bruno Reis defendeu o secretário Pablo Souza após ordem de prisão do TRE-BA e afirmou que a saída dos ônibus atrasou devido à retirada de propaganda eleitoral irregular. (Foto: Instagram)
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), saiu em defesa do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, alvo de uma ordem de prisão do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) neste domingo, 25, durante o segundo turno das eleições. Em entrevista coletiva, o prefeito apresentou justificativas para o ocorrido.
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Segundo Bruno Reis, a saída dos ônibus atrasou porque foi necessário retirar dos veículos propagandas eleitorais irregulares. A Prefeitura apresentou imagens das câmeras de segurança das garagens, nas quais aparece um grupo de homens colando adesivos nos ônibus durante a madrugada.
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O prefeito afirmou que a operação foi normalizada por volta das 10h30 e que o número de veículos em circulação aumentou. Também criticou o que classificou como “politização do episódio”, dizendo que o problema já havia sido corrigido.
Bruno declarou que Pablo Souza integra o quadro técnico da administração municipal e não tem ligação político-partidária. Segundo o prefeito, o secretário não é filiado a partido e já trabalhou para a FIFA e a Conmebol, além de coordenar operações de transporte público durante a Copa do Mundo e a Copa América.
O prefeito negou que a administração municipal tenha orientado a redução da frota ou impedido a circulação dos ônibus. Ele afirmou que, depois de corrigida a operação, o episódio passou a ser explorado politicamente sem justificativa.
A decisão do TRE-BA, somada a denúncias de redução de frota em Lauro de Freitas e Feira de Santana, levou a Federação Brasil da Esperança — formada por PT, PCdoB e PV — a pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) a ampliação do horário de votação. O pedido foi aceito, e as seções eleitorais de todo o País permanecerão abertas até as 19h.
