
Flávio Bolsonaro votou no Rio de Janeiro e pediu “mudança de verdade” no país. (Foto: Instagram)
Flávio Bolsonaro votou no Rio de Janeiro neste domingo (25) e afirmou que o país precisa de uma “mudança de verdade”. O candidato à Presidência criticou a situação econômica e a segurança pública e pediu que os eleitores fossem às urnas mesmo com chuva. No segundo turno, ele disputa o cargo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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O senador votou por volta das 8h na Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na zona norte do Rio. Ele estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, e falou brevemente com jornalistas depois de passar pela seção eleitoral. A votação deste domingo marca uma etapa decisiva da eleição presidencial.
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Após votar, Flávio disse estar satisfeito com a campanha do segundo turno, que descreveu como “leve” e “limpa”. Em seguida, criticou as condições econômicas e a segurança pública, alegando que os brasileiros enfrentam dificuldades financeiras e receio da violência. “Chegou a hora da mudança de verdade”, declarou.
O candidato também afirmou que a vida das pessoas piorou e que o país não deveria continuar no mesmo caminho. “O Brasil não aguenta mais quatro anos do jeito que está, a vida de todo mundo piorou. Então, não tem por que continuar insistindo no erro”, disse. Ele mencionou o endividamento das famílias e preocupações como o risco de roubos e a dificuldade para pagar as contas.
Flávio afirmou ter apresentado propostas para reorganizar o país e aliviar a situação financeira dos brasileiros. Também convocou os eleitores a votar apesar das condições climáticas, diante da previsão de chuva em partes do Brasil e da preocupação com uma possível alta da abstenção. “Faça chuva ou faça sol, bora sair de casa para votar, que o Brasil vai mudar e o Brasil vai vencer”, declarou.
Depois de votar, o candidato deveria seguir para Brasília para acompanhar a apuração ao lado de familiares e aliados políticos. No primeiro turno, Flávio, do PL, obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula, conforme os resultados oficiais. A diferença entre os candidatos tornou decisivos, na reta final, os votos de quem não escolheu nenhum dos dois no primeiro turno.
