Flávio Bolsonaro vota no Rio e acompanhará a apuração em Brasília

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Flávio Bolsonaro votou neste domingo (25), em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, acompanhado da esposa, Fernanda. (Foto: Instagram)

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, votou na manhã deste domingo (25), no segundo turno das eleições de 2026. Ele chegou por volta das 8h20 à Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro, acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro.

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Em conversa com o portal Metrópoles, Flávio afirmou estar tranquilo após votar. A disputa presidencial deste segundo turno é entre ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador disse que já havia feito sua parte e que a decisão agora cabia aos eleitores, acrescentando que confiava em Deus.

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Depois de votar no Rio de Janeiro, Flávio tinha previsão de viajar para Brasília (DF). A partir das 17h, ele deve acompanhar na capital federal o andamento da apuração e a divulgação dos resultados do segundo turno das eleições presidenciais.

No início da corrida eleitoral, o senador enfrentou questionamentos, mas, ao longo da campanha, ampliou seu apoio político e consolidou alianças. Também defendeu mudanças na Constituição e criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).

No primeiro turno, realizado em 04 de outubro, Flávio recebeu 56,1 milhões de votos, correspondentes a 47,03% dos votos válidos. Lula obteve 45,16%, e a diferença entre os dois candidatos foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos.

Pesquisas divulgadas na véspera da votação apontaram uma disputa acirrada. Levantamento do Datafolha publicado no sábado (24) indicou Flávio com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula. A pesquisa Quaest também mostrou os dois candidatos em situação semelhante, reforçando o cenário de equilíbrio às vésperas da decisão.

Indicado pelo pai, Jair Bolsonaro, que está preso e foi condenado por tentativa de golpe de Estado, o senador buscou projetar uma imagem menos radical durante a campanha. Ainda assim, manteve apoio público ao ex-presidente, prometeu trabalhar por sua libertação e continuou criticando ministros do STF envolvidos em decisões judiciais contra integrantes da família Bolsonaro.