
Edinho Silva, presidente nacional do PT, declarou neste sábado, 24, que levantamentos internos feitos na sexta-feira, 23, indicaram Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, um ponto percentual à frente de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial. A informação foi apresentada durante a “Live da Virada”, transmissão do canal Exército do Lula, ligado ao deputado federal André Janones (Rede-MG).
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Durante a transmissão, Edinho participava de uma caminhada pelas ruas de Araraquara, no interior de São Paulo, cidade onde construiu sua base eleitoral. Ele afirmou que, se a tendência já era favorável ao grupo na véspera, poderia estar ainda melhor naquele sábado.
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O dirigente informou que novos levantamentos seriam feitos naquele sábado, tanto presencialmente quanto pelas redes sociais. A declaração sobre a vantagem de Lula foi apresentada como resultado de pesquisas internas da campanha, e não como dado de levantamento público.
Edinho também atacou o grupo político de Flávio Bolsonaro. Associou o adversário a propostas que, segundo ele, reduziriam investimentos sociais e mencionou episódios relacionados a milícias, além de acusações envolvendo a morte de Marielle Franco, a morte de uma criança de cinco anos, a compra de uma casa de dez milhões e lavagem de dinheiro em uma loja de chocolate.
Na mesma fala, criticou a possibilidade de congelamento do salário mínimo, do BPC e de investimentos no SUS. Para Edinho, o grupo que defende essas medidas não seria capaz de promover mudanças no país. As acusações e críticas foram feitas pelo presidente do PT durante a transmissão.
O dirigente pediu que apoiadores procurassem eleitores que não votaram no primeiro turno, como forma de ampliar os votos de Lula neste domingo, 25. Propôs que cada pessoa presente na manifestação em Araraquara conversasse com cinco ausentes das urnas, dizendo que a mobilização poderia fazer diferença.
Edinho também elogiou Janones pela iniciativa de mobilização digital em apoio à candidatura. O canal Exército do Lula organizou a participação de apoiadores em “missões” nas redes sociais, com o objetivo de aumentar o engajamento de lideranças de esquerda e a circulação de conteúdos políticos. Janones atribuiu os resultados à participação dos eleitores e ressaltou que cada voto poderia fazer diferença.








