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Sindicato nega envolvimento na retenção de ônibus após acusações da prefeitura

Teclas 1 e 3 de urna eletrônica são coladas durante votação em Chapadão do Sul, no MS. (Foto: Instagram)

Artistas e personalidades compareceram às urnas neste domingo (25), durante o segundo turno da eleição presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. (Foto: Instagram)

O Sindicato dos Rodoviários de Salvador negou, neste domingo, 25 de outubro de 2026, ter participado da retenção de ônibus nas garagens durante o segundo turno das eleições presidenciais. A manifestação veio após a prefeitura atribuir atrasos à colocação de adesivos eleitorais nos veículos por integrantes do sindicato.

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A entidade afirmou que todos os rodoviários escalados para trabalhar no dia da eleição compareceram aos postos. A declaração foi divulgada em nota assinada pelo presidente do sindicato, Fábio dos Santos Primo.

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Segundo o sindicato, a elaboração das escalas e a organização dos plantões são atribuições da administração municipal, em articulação com as concessionárias. A entidade também apontou que a operação do transporte público cabe à Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), junto às empresas do Consórcio Integra.

O sindicato declarou que sua atuação se restringe à defesa dos direitos e dos interesses trabalhistas da categoria. Também informou estar disponível para prestar esclarecimentos e colaborar com a apuração, afirmando que busca contribuir para a transparência do processo.

A manifestação ocorreu depois de o prefeito Bruno Reis (União Brasil) reconhecer que 75 ônibus ficaram retidos durante a manhã. Ele atribuiu o atraso a sindicalistas ligados ao PT, que, segundo o prefeito, colocaram adesivos partidários nos veículos. A entidade negou envolvimento tanto na retenção quanto na colagem dos adesivos.

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