
Boletins parciais do segundo turno no exterior mostram Flávio Bolsonaro à frente em países como Japão e Emirados Árabes Unidos, enquanto Lula lidera em Portugal, França e Austrália. (Foto: Instagram)
Países da Ásia, África, Oceania e Europa já concluíram a votação do segundo turno presidencial deste domingo (25/10). Os primeiros boletins do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Japão, nos Emirados Árabes Unidos e em Hong Kong, entre outros locais. Lula liderou em Portugal, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, China, Austrália e Nova Zelândia.
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Quase 1 milhão de brasileiros estão aptos a votar no exterior, pouco mais de 0,5% do eleitorado nacional, distribuídos por 186 cidades. As regras são as mesmas aplicadas no Brasil: o voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas de 18 a 70 anos. Os dados a seguir são parciais e foram obtidos nos boletins de urna do TSE. A divulgação do resultado oficial estava prevista para começar às 17h, no horário de Brasília; a apuração em tempo real poderia ser acompanhada no mapa da BBC News Brasil.
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Na Oceania e em parte da Ásia, Lula teve 63,46% (6.017 votos) na Austrália e 80,54% (418) na Nova Zelândia; Flávio obteve, respectivamente, 36,54% (3.465) e 19,46% (101). No Japão, Flávio marcou 80,10% (28.236), contra 19,90% (7.014) de Lula. Na China, Lula recebeu 73,67% (375) e Flávio, 26,33% (134); em Hong Kong, os percentuais foram 48,85% (127) e 51,15% (133). Na Coreia do Sul, Lula alcançou 64,35% (148), ante 35,65% (82). Indonésia: Lula 39,47% (15), Flávio 60,53% (23); Filipinas: 40,91% (27) e 59,09% (39); Singapura: 63,77% (213) e 36,23% (121); Tailândia: 48,28% (56) e 51,72% (60); Malásia: 48,24% (41) e 51,76% (44); Taiwan: 41,96% (94) e 58,04% (130).
Na Europa, Lula venceu na Espanha, com 68,42% (9.293), contra 31,58% (4.289) de Flávio; na Irlanda, por 80,20% (7.194) a 19,80% (1.776); e na Suíça, por 56,68% (7.089) a 43,32% (5.419). Na Bélgica e em Luxemburgo, teve 58,72% (3.064), enquanto Flávio somou 41,28% (2.154). Países Baixos: 80,13% (5.578) a 19,87% (1.383); Hungria: 75,21% (355) a 24,79% (117); Romênia: 61,54% (40) a 38,46% (25); Grécia: 45,05% (255) a 54,95% (311); Estônia: 82,90% (160) a 17,10% (33); Chipre: 53,70% (29) a 46,30% (25).
Lula também obteve maioria na Finlândia (74,83%, 550 votos), Polônia (75,07%, 268), República Tcheca (77,95%, 304), Dinamarca (85,06%, 1.383), Noruega (76,78%, 820), Croácia (54,39%, 31), Eslovênia (70,53%, 67), Suécia (78,26%, 2.127), Eslováquia (77,05%, 47), Áustria (74,98%, 1.178) e Sérvia (72,92%, 35). Flávio teve, nesses países, respectivamente, 25,17% (185), 24,93% (89), 22,05% (86), 14,94% (243), 23,22% (248), 45,61% (26), 29,47% (28), 21,74% (591), 22,95% (14), 25,02% (393) e 27,08% (13).
No Oriente Médio, Flávio venceu em Israel, com 80,81% (699 votos), contra 19,19% (166) de Lula; nos Emirados Árabes Unidos, por 54,56% (772) a 45,44% (643); e no Catar, por 55,08% (195) a 44,92% (159). Lula liderou na Palestina (95,60%, 1.000 votos), no Líbano (68,20%, 2.736), na Arábia Saudita (61,25%, 49), no Egito (78,95%, 60), na Turquia (77,17%, 98), na Síria (90,60%, 106), na Jordânia (90,51%, 725) e no Kuwait (78,48%, 62). Na África, Lula teve 64,44% (29) no Quênia e 58,60% (167) em Angola; Flávio venceu em Moçambique, com 52% (117), e na África do Sul, com 57,92% (256).
