
Engenheiro de 30 anos foi espancado em Santos e segue hospitalizado em coma induzido. (Foto: Instagram)
Marcelo Oliveira, engenheiro ambiental de 30 anos e mestrando da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), foi espancado no sábado (24), em Santos, no litoral paulista. Após a agressão, ele foi encontrado inconsciente e levado a um hospital. Segundo amigos, está em coma induzido e foi transferido para a capital paulista.
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Antes do ataque, Marcelo havia participado de um ato político em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de uma apresentação da Banda Esquerdatina. O evento ocorreu na Avenida Conselheiro Nébias, nas proximidades do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (Sindipetro). Por volta das 3h, ele se afastou dos amigos para ir ao banheiro.
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Em nota publicada nas redes sociais, a banda informou que Marcelo foi localizado inconsciente e socorrido. A publicação também mencionou relatos de que a agressão teria sido motivada por homofobia, sem apresentar essa hipótese como conclusão confirmada sobre o caso.
A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) informou que diversos homens abordaram a vítima, espancaram-na e roubaram seus pertences. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do crime. Segundo a pasta, a ocorrência foi registrada como roubo com resultado de lesão corporal grave na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos.
A Prefeitura de Santos informou que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e encaminhou Marcelo à Santa Casa de Santos. A Guarda Civil Municipal, por sua vez, não foi acionada para atender à ocorrência. Em nota, a Santa Casa afirmou que o jovem foi transferido da unidade na noite de domingo (25).
Após veículos de imprensa noticiarem equivocadamente a morte de Marcelo, amigos dele negaram a informação nas redes sociais. Um deles afirmou na tarde de segunda-feira (26) que o engenheiro continuava em coma induzido, havia sido transferido para São Paulo e fazia exames para acompanhar a atividade cerebral. A Unifesp também divulgou nota de repúdio à agressão e informou que ele seguia hospitalizado, recebendo suporte do Hospital de São Paulo (HU-HSP).








