
Gilmar Mendes defendeu união, responsabilidade e respeito às instituições após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. (Foto: Instagram)
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que, depois da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para seu 4º mandato, é hora de união e responsabilidade. Em publicação no X no domingo (25.out.2026), o decano da Corte comentou o resultado do 2º turno e ressaltou o papel dos eleitores e o baixo índice de abstenção.
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Na manifestação, Mendes disse que o respeito à vontade popular sustenta o Estado Democrático de Direito. Segundo ele, apesar das disputas acirradas, o eleitor teve protagonismo no pleito, que registrou o menor percentual de abstenções e de votos brancos ou nulos dos últimos anos.
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O ministro também destacou a atuação da Justiça Eleitoral, que, após o encerramento da votação, divulgou a apuração em tempo real. Nos 5 Estados e no Distrito Federal em que houve segundo turno para governador, vários resultados já estavam confirmados pouco depois das 20h. Por volta das 21h, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou a reeleição de Lula.
Para Mendes, a votação evidenciou novamente a vitalidade, a força e a maturidade da democracia brasileira. Com o fim do período mais intenso das disputas eleitorais, escreveu, o país precisa de união, responsabilidade e compromisso com as instituições.
O ministro defendeu o fortalecimento institucional, a independência e a harmonia entre os Poderes, além do diálogo respeitoso entre grupos com posições divergentes. Na avaliação dele, esses princípios são importantes para o desenvolvimento do país e para a construção de um Brasil mais justo e solidário.
Mendes ainda cumprimentou os servidores da Justiça Eleitoral, os mesários voluntários e as demais pessoas que contribuíram, direta ou indiretamente, para a realização do pleito. Afirmou que o trabalho deles permite o exercício do direito ao voto e manifestou reconhecimento aos eleitos, além de respeito aos candidatos que disputaram as eleições conforme as regras democráticas.
