Gravíssimo! Jovem internado após agressão em ato de esquerda tem quadro irreversível

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No último domingo (25), Marcelo de Oliveira Rocha, de apenas 30 anos, recebeu o diagnóstico de morte cerebral. O rapaz sofreu uma agressão durante um ato político em Santos, no litoral de São Paulo, na noite da última sexta-feira (23), e precisou ser encaminhado às pressas para uma unidade hospitalar. O caso chamou a atenção pela gravidade das consequências e pelas suspeitas envolvendo a motivação do ataque. Marcelo ficou inconsciente após ser agredido durante uma apresentação da Banda Esquerdantina, realizada em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Após o ocorrido, ele foi levado ao Hospital Santa Casa, onde permaneceu internado em coma induzido até a confirmação do diagnóstico de morte cerebral, considerado irreversível. Até o momento, as circunstâncias da agressão não foram completamente esclarecidas. Uma das hipóteses levantadas é a possibilidade de o ataque ter sido motivado por homofobia, mas essa suspeita ainda depende de investigação para ser confirmada.

Em entrevista ao portal Metrópoles, Luiz Santana, músico da Banda Esquerdantina, afirmou que os integrantes ficaram muito abalados com o episódio. Segundo ele, o grupo realiza apresentações há aproximadamente oito anos e nunca havia enfrentado uma situação semelhante. O músico também declarou que a banda se colocou à disposição dos familiares de Marcelo para prestar assistência diante da gravidade do caso. Em nota oficial, o grupo exigiu uma rápida apuração dos fatos e a consequente punição dos responsáveis.

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Os integrantes também manifestaram solidariedade à vítima e aos familiares, além de repudiar qualquer forma de homofobia. No comunicado, a banda alertou para os riscos de naturalizar ou incentivar o ódio como instrumento de intimidação política. A manifestação reforçou a importância de esclarecer o que aconteceu e responsabilizar os envolvidos, caso as suspeitas sejam confirmadas. O episódio deverá ser investigado para determinar as circunstâncias da agressão e identificar os responsáveis. O portal Metrópoles informou que entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) e aguardava um posicionamento oficial.