
Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes defenderam a ampliação do horário de votação. (Foto: Instagram)
Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, e Ricardo Nunes (MDB), prefeito da capital paulista, defenderam neste domingo, 25, a possibilidade de estender o horário de votação. Os dois são aliados de Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado no segundo turno das eleições.
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Antes da decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ampliou a votação por duas horas, Tarcísio e Nunes já haviam se manifestado a favor da medida. “Não vejo problema e acho que não altera o resultado da eleição”, afirmou o governador à CNN Brasil. Ele acrescentou que o pedido de Flávio Bolsonaro foi motivado “por conta da questão climática”. Nunes declarou ao mesmo veículo que “não vê problema em prorrogar”.
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Na tarde de domingo, a campanha de Lula pediu a ampliação do horário de votação em São Paulo (SP) e Salvador (BA). A solicitação ocorreu após denúncias de que as frotas de ônibus das duas capitais estavam reduzidas, o que poderia dificultar o deslocamento de eleitores.
Pouco depois, a campanha de Bolsonaro apresentou um pedido semelhante, desta vez para 17 municípios de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. A solicitação do candidato derrotado do PL alegou que as chuvas e os alagamentos nas cidades haviam dificultado a chegada dos eleitores às urnas.
Às 17h, horário em que as urnas começaram a ser fechadas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não havia se manifestado sobre os pedidos. Mais tarde, Zanin determinou que a votação fosse prorrogada até as 19h.
Como algumas urnas já tinham sido fechadas, o ministro recuou da decisão inicial e definiu que somente aquelas que ainda estivessem abertas continuariam funcionando até as 19h. Nesse intervalo, a apuração dos votos chegou a ser interrompida. A totalização foi retomada apenas depois do prazo estabelecido pelo ministro.
