
Donald Trump chegou à Casa Branca sem comentar a reeleição de Lula, enquanto líderes internacionais parabenizaram o presidente brasileiro. (Foto: Instagram)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou à Casa Branca na noite de domingo (25) sem falar com jornalistas. Até a madrugada de segunda-feira (26), ele ainda não havia comentado o resultado da eleição no Brasil, que reelegeu Lula e terminou com a derrota de Flávio Bolsonaro.
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Líderes internacionais parabenizaram Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição. Entre eles estavam Keiko Fujimori, do Peru, José Antonio Cast, do Chile, e o presidente paraguaio, Santiago Peña. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, também cumprimentou Lula e disse que a relação entre Canadá e Brasil floresceu durante a parceria entre os dois.
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Em Washington, a divulgação da vitória do petista foi seguida por expectativa e silêncio. Antes do anúncio do resultado, Trump havia mantido uma posição neutra. Perguntado se apoiava Lula ou Flávio Bolsonaro, respondeu: “Estamos observando”. O republicano sustentou essa postura nos dois turnos da eleição e, em duas ocasiões, disse que acompanhava a disputa “muito de perto”.
No Congresso dos Estados Unidos, parlamentares democratas reagiram rapidamente ao resultado das urnas. O deputado Joaquín Castro, do Texas, foi um dos primeiros a se manifestar e parabenizou o povo brasileiro por exercer o direito de participar da democracia. Já o senador Bernie Sanders, que se encontrou com Lula em Nova York, em setembro, chamou a reeleição do presidente brasileiro de “extraordinária”.
Nas semanas anteriores à votação, Sanders havia encaminhado cartas ao Departamento de Estado, assinadas por ele e por deputados democratas. Os documentos pediam que os Estados Unidos respeitassem as eleições brasileiras e reconhecessem o resultado. Uma terceira carta foi enviada à Meta em meio a acusações de que a empresa teria prejudicado publicações da campanha petista.
A Meta negou ter favorecido qualquer candidato e afirmou que cumpriu as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entre republicanos, porém, houve questionamentos sobre a vitória de Lula, que Flávio Bolsonaro não aceitou. As manifestações incluíram as do senador estadual de Oklahoma, Shane Jett, e de Donald Trump Jr., filho do presidente norte-americano. Flávio Bolsonaro, candidato do PL, pede que a reeleição de seu adversário seja anulada.








