
TSE afirma que fiscais do PL acompanharam a apuração e classifica como falsa a alegação de que foram retirados da sala-cofre. (Foto: Instagram)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) classificou como falsa a afirmação de Flávio Bolsonaro (PL) de que fiscais do partido foram retirados da sala-cofre durante a apuração da eleição presidencial. O senador fez a acusação após ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o tribunal, representantes da legenda acompanharam a divulgação dos resultados na Sala de Totalização.
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Em esclarecimento oficial divulgado nesta segunda-feira (26), a Justiça Eleitoral afirmou que “a afirmação é falsa”. O TSE explicou que a sala-cofre tem acesso restrito e não é aberta à visitação. A totalização dos votos pode ser acompanhada em outras dependências do tribunal, acessíveis a fiscais partidários, observadores internacionais, advogados e integrantes do Ministério Público.
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De acordo com o TSE, dois fiscais do PL estiveram no tribunal para acompanhar o Teste de Integridade das Urnas e a totalização dos votos. Os representantes também visitaram a Sala dos Partidos Políticos. A Corte declarou que registros de presença e filmagens da Sala de Totalização comprovam o acesso dos fiscais aos espaços destinados ao acompanhamento e à fiscalização.
Flávio mencionou a suposta retirada dos fiscais ao dizer que não reconhecia o resultado e que pediria a anulação da eleição. Na mesma ocasião, o senador também questionou a decisão de prorrogar o horário de votação. A negativa do TSE contesta um dos argumentos usados pelo candidato derrotado para colocar a apuração sob suspeita.
O tribunal afirma que o partido teve acesso ao acompanhamento dos resultados. Lula venceu o segundo turno com 51,79% dos votos válidos, enquanto Flávio recebeu 48,21%. Com a vitória, Lula conquistou seu quarto mandato presidencial.








