
Etanol mantém preço médio de R$ 4,11 por litro no Brasil (Foto: Instagram)
O preço médio do etanol hidratado permaneceu em R$ 4,11 por litro nos postos pesquisados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em todo o País, na semana de 18 a 24 de outubro. No período, São Paulo teve a maior queda estadual, enquanto o Rio Grande do Norte registrou a alta mais expressiva.
++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online
Os preços médios caíram em 12 Estados e no Distrito Federal, subiram em outros 11 e ficaram estáveis em dois. No Amapá, não houve cotação na semana. Os dados são da ANP, compilados pelo AE-Taxas. O valor médio nacional se manteve em R$ 4,11 o litro.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor e com o maior número de postos avaliados, o preço do litro subiu 0,78%, chegando a R$ 3,89. O levantamento também aponta o Amazonas como o Estado com a maior queda: 5,52%, para R$ 4,96. Já o Rio Grande do Norte teve a maior alta, de 6,39%, e o litro custou R$ 5,16.
O menor preço encontrado em um posto durante a semana foi de R$ 3,09 por litro, em São Paulo. O maior valor individual, de R$ 6,60, foi registrado no Acre. Considerando as médias estaduais, São Paulo teve o menor preço, de R$ 3,89 o litro, enquanto o maior foi informado para o Amapá, a R$ 5,38.
Na comparação com a gasolina, o etanol foi mais competitivo em 11 Estados e no Distrito Federal. A paridade média nacional ficou em 63,33%, percentual favorável ao biocombustível segundo o levantamento da ANP, compilado pelo AE-Taxas. A relação entre os preços foi de 66,22% no Acre; 67,01% na Bahia; 67,29% no Distrito Federal; 61,37% em Goiás; 60,44% em Mato Grosso; e 62,50% em Mato Grosso do Sul.
Também houve paridade de 67,56% em Minas Gerais; 69,45% no Pará; 64,38% no Paraná; 68,37% em Rondônia; 69,95% em Santa Catarina; e 61,26% em São Paulo. Executivos do setor observam que o etanol ainda pode ser competitivo mesmo quando a paridade supera 70%, dependendo do veículo. Pela metodologia adotada, porém, o biocombustível é considerado economicamente mais vantajoso quando seu preço equivale a até 70% do valor da gasolina.








