
Jeniffer Costa lamentou que a mãe, Verônica Costa, não possa acompanhá-la em seu casamento religioso, marcado para esta quinta-feira (29), no Rio. (Foto: Instagram)
Jeniffer Costa lamentou que sua mãe, Verônica Costa, conhecida como “Mãe Loira do Funk”, não possa estar presente em seu casamento religioso, marcado para esta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro. Em uma publicação nas redes sociais, a jovem contou que visitou a ex-vereadora no presídio e pediu apoio e orações pela família.
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Na quarta-feira (28), véspera da cerimônia, Jeniffer foi ao presídio de Benfica, na Zona Norte do Rio, onde Verônica está detida. Ela disse que fez questão de ver a mãe antes do casamento e descreveu a tristeza de enfrentar a data sem a presença dela, afirmando que estava com o coração “estraçalhado em infinitas partes”.
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A jovem também recordou que Verônica estava animada para participar da cerimônia como mãe da noiva. Jeniffer afirmou que não consegue compreender por que voltou a ser privada da companhia da mãe. Segundo ela, a situação tornou ainda mais dolorosa a expectativa de um dos momentos mais importantes de sua vida.
Jeniffer contou que ficou abalada ao ver Verônica em uma visita anterior. De acordo com seu relato, a mãe estava triste e tinha marcas de picadas de insetos pelo corpo. A jovem disse que a abraçou com força. Verônica, por sua vez, teria pedido à filha que aproveitasse a semana do casamento apesar das circunstâncias.
No desabafo, Jeniffer pediu que as pessoas não se esqueçam de sua mãe e continuem orando pela família. Ela também compartilhou uma mensagem de fé e escreveu um apelo por liberdade para Verônica Costa, mencionando os dias difíceis que tem enfrentado.
Verônica foi presa em setembro, depois de ser condenada a dez anos e oito meses de prisão por tortura contra o ex-marido, Márcio Costa. O caso remonta a 2011 e a condenação tornou-se definitiva após recursos judiciais. Conhecida como “Mãe Loira do Funk”, Verônica é empresária e ex-vereadora do Rio de Janeiro.
Segundo a denúncia que levou à condenação, Márcio Costa afirmou ter sido amarrado, agredido e ameaçado durante uma sessão de tortura que teria durado cerca de 20 horas. Parentes de Verônica também foram condenados por participação no caso. A defesa contesta a decisão e apresentou pedido de revisão criminal, alegando que o processo deve considerar também denúncias de violência doméstica que Verônica afirma ter sofrido.








