
Justiça de São Paulo aceita recuperação judicial do Grupo Marabraz, que terá 180 dias de proteção contra cobranças e execuções. (Foto: Instagram)
A 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo deferiu o processo de recuperação judicial do Grupo Marabraz, apresentado em agosto de 2026. A decisão alcança seis empresas ligadas à rede de varejo de móveis e eletrodomésticos, cujo endividamento é estimado em R$ 140 milhões.
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O despacho foi assinado na terça-feira (27.out.2026) pela juíza Fernanda Perez Jacomini. Com o deferimento formal do pedido, as empresas do grupo ficam protegidas, por 180 dias, de cobranças, penhoras e execuções contra seus bens.
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A suspensão das medidas de cobrança busca permitir que a companhia mantenha suas operações e preserve o caixa enquanto negocia com os credores. Durante esse período, o grupo deverá preparar as medidas para reorganizar suas dívidas e dar andamento às tratativas.
A Justiça estabeleceu prazo de 60 dias para que o Grupo Marabraz apresente um plano detalhado de reestruturação das dívidas aos credores. O documento deverá orientar as negociações sobre os compromissos financeiros abrangidos pelo processo.
A decisão também determinou que pendências documentais sejam complementadas em até 15 dias. O descumprimento desse prazo pode levar à revogação do benefício concedido ao grupo.
Para atuar como administradora judicial do caso, foi nomeada a consultoria Deloitte Touche Tohmatsu. A decisão abrange as seis empresas ligadas à rede de móveis e eletrodomésticos incluídas no pedido de recuperação judicial.
