
Lucas Pavanato rebate pedido para apreender seu passaporte e diz que pode deixar o Brasil quando quiser. (Foto: Instagram)
O deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) respondeu ao anúncio de um pedido para apreender seu passaporte, feito pelo deputado estadual eleito Leonardo Grandini (PT-SP). Em vídeo, Pavanato negou ser alvo de investigação criminal e afirmou que pode deixar o Brasil quando quiser. Até o momento, não há confirmação de decisão judicial que restrinja suas viagens.
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“Eu saio do país a hora que eu quiser”, declarou Pavanato ao contestar a iniciativa. A troca de acusações ocorreu nesta quinta-feira (29), enquanto repercutia a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil e políticos apresentavam pedidos para limitar viagens de integrantes da oposição.
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Grandini afirmou ter acionado autoridades para solicitar a retenção do documento de Pavanato. O deputado estadual eleito citou um suposto risco de fuga e disse ter encaminhado informações à Polícia Federal. No entanto, o anúncio de que um pedido foi feito não significa que a apreensão tenha sido autorizada.
As informações disponíveis não confirmam a existência de uma decisão determinando a retenção do passaporte. Também não foram apresentados publicamente, nos materiais verificados, documentos que comprovem um plano de Pavanato para deixar o país a fim de evitar responsabilização judicial.
Ao responder, Pavanato disse que o procedimento mencionado por seus adversários seria de natureza civil, e não uma investigação criminal. Ele também acusou a esquerda de perseguir políticos conservadores e, em parte da provocação, afirmou: “Não usem drogas”.
A declaração sobre sua situação processual foi feita pelo próprio deputado eleito. Sem acesso aos documentos dos procedimentos específicos, não é possível determinar o alcance de cada apuração nem usar a fala como confirmação independente de sua situação.
O pedido contra Pavanato faz parte de um conjunto de medidas anunciadas por petistas após o segundo turno. Outras solicitações mencionaram Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro, em situações distintas. Cada caso depende de seus próprios fatos e fundamentos: apresentar um pedido à PGR ou encaminhar informações à PF não implica, por si só, uma proibição de viajar. Por enquanto, o episódio se limita à iniciativa anunciada por Grandini e à resposta de Pavanato, sem confirmação de que a restrição ao passaporte tenha sido determinada.








