
Governo destinou R$ 7,6 bilhões a subsídios para diesel e outros combustíveis em setembro (Foto: Instagram)
O governo federal destinou R$ 7,6 bilhões, em setembro de 2026, a subvenções econômicas para a produção e a importação de diesel rodoviário e de combustíveis derivados do petróleo. As despesas fazem parte das medidas para reduzir os impactos econômicos dos conflitos no Oriente Médio, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (29.out.2026).
++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online
No mesmo mês, a arrecadação do imposto de exportação sobre petróleo bruto chegou a R$ 2,9 bilhões. O governo federal alterou a cobrança como parte das medidas relacionadas à elevação dos preços internacionais do petróleo.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
As receitas com a exploração de recursos naturais tiveram alta real de 71,9% em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2025. O crescimento correspondeu a R$ 5,7 bilhões. De acordo com o Tesouro, o resultado foi impulsionado pela valorização do barril no mercado internacional, pelo aumento da produção e pelas receitas obtidas com a comercialização de petróleo e gás natural da União pela PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.).
Entre janeiro e setembro, as subvenções econômicas ligadas à produção, à comercialização e à importação de combustíveis derivados do petróleo totalizaram R$ 15,4 bilhões. Essas despesas contribuíram para a expansão dos créditos extraordinários, que cresceram R$ 20,6 bilhões em termos reais no acumulado do ano.
No mesmo período de nove meses, as receitas provenientes da exploração de recursos naturais avançaram R$ 23,8 bilhões em termos reais, uma alta de 23%. As mudanças no imposto de exportação sobre petróleo bruto também ajudaram a elevar as receitas administradas pela Receita Federal, com recolhimentos maiores a partir de maio.
O relatório não apresenta o total arrecadado com esse imposto entre janeiro e setembro. Informa, porém, que a cobrança contribuiu para o aumento de R$ 24,5 bilhões nas demais receitas administradas pela Receita Federal. A elevação das receitas petrolíferas ajudou o Governo Central a registrar superavit primário de R$ 4,8 bilhões em setembro, após deficit de R$ 14,4 bilhões no mesmo mês de 2025. Apesar do resultado mensal positivo, o deficit acumulado pelo governo no ano chegou a R$ 90,2 bilhões.








