Operação nos EUA prende 17 funcionários da Disney e da Universal por crimes sexuais contra crianças

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Operação na Flórida prende 281 suspeitos; 17 trabalhavam nos parques Disney World e Universal Studios. (Foto: Instagram)

Uma operação policial no condado de Polk, na Flórida, nos Estados Unidos, resultou na prisão de 281 suspeitos por crimes relacionados ao tráfico de pessoas e à exploração sexual de crianças. Entre os detidos estão 17 funcionários dos parques Disney World e Universal Studios. As informações foram divulgadas pela imprensa local na sexta-feira, 30.

O alerta é de que o texto contém informações sensíveis sobre exploração sexual infantil. Em situações urgentes, é possível acionar a Polícia Militar pelo 190 ou o Samu pelo 192. Denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, no número (61) 99656-5008, ou pelo Disque 100.

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A ação durou sete dias e buscou identificar e prender pessoas que procuravam crianças para encontros de exploração sexual. Segundo o xerife Grady Judd, suspeitos viajaram até o condado com a intenção de manter relações sexuais com menores de idade. O xerife afirmou que a operação disfarçada foi realizada diante do interesse de criminosos em crianças.

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Entre os funcionários presos, 13 trabalhavam na Disney e quatro na Universal. Um dos suspeitos era treinador do Davenport Titans, equipe esportiva da Flórida que atende crianças de 11 a 14 anos. De acordo com Judd, ele acreditava que viajaria para encontrar uma menina de 14 anos. Outro detido estava em serviço ativo na Marinha dos Estados Unidos.

Também foi preso um ex-funcionário da Disney que trabalhava caracterizado como Mickey Mouse. Conforme o relato do xerife, o homem tinha fetiche por fraldas, e os policiais encontraram duas mochilas cheias desses itens com ele durante a abordagem.

Em outro caso, um funcionário foi detido enquanto se dirigia a um encontro com um policial disfarçado, que fingia ser um menino de 13 anos. O homem estava usando o uniforme de trabalho dentro do veículo. Grady Judd declarou que a Disney colaborou com as autoridades na investigação e informou que os funcionários presos foram demitidos.