Site icon Jetss BR

Vereador do PT quer declarar Flávio “persona non grata” em SP


Vereador Dheison Silva anuncia moção para declarar Flávio Bolsonaro “persona non grata” em São Paulo. (Foto: Instagram)

O vereador Dheison Silva (PT-SP) anunciou que apresentará uma moção de repúdio na Câmara Municipal de São Paulo para declarar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) “persona non grata” na capital. A informação foi divulgada pelo parlamentar nas redes sociais.

++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online

A iniciativa ocorre em meio à repercussão da fuga de Flávio para os Estados Unidos, depois de perder a eleição presidencial e ser intimado pela Polícia Federal a entregar os passaportes. Em uma gravação, Dheison afirmou que pretende apresentar o pedido por considerar a atitude do senador vergonhosa e corrupta e disse que ele precisa respeitar a democracia.

++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

Para a moção ser aprovada, é necessário que a maioria dos vereadores vote a favor em plenário. A declaração de “persona non grata” tem caráter político e simbólico: não impõe restrições jurídicas nem impede que o senador circule pela cidade.

Até o momento, a proposta não aparecia na consulta pública do SPLegis, sistema eletrônico da Câmara Municipal de São Paulo.

Na 3ª feira (27.out), Flávio Bolsonaro deixou o Brasil acompanhado da mulher e das duas filhas adolescentes do casal. Segundo o relato, ele se sentia ameaçado por possíveis decisões de Moraes.

A Polícia Federal pediu a apreensão do passaporte de Flávio 7 minutos depois de o Tribunal Superior Eleitoral anunciar o resultado da eleição presidencial, às 21h09 de 25 de outubro de 2026. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu com 64.256.232 votos (51,79%), contra 59.826.041 votos (48,21%) de Flávio. O magistrado autorizou o pedido da PF para apreender os documentos e impedir que o senador saísse do país.

A defesa de Flávio Bolsonaro foi procurada a respeito da iniciativa de Dheison Silva, mas não havia respondido até a publicação da reportagem. O texto seria atualizado caso uma manifestação fosse recebida.

Exit mobile version