
Temporal causa destruição em Maringá, e município decreta estado de calamidade pública. (Foto: Instagram)
Maringá, no Paraná, entrou em estado de calamidade pública nesta segunda-feira (2), após um temporal atingir a cidade durante a madrugada. A chuva e os ventos derrubaram árvores, destelharam imóveis e provocaram danos em diferentes bairros e em vias importantes, como a Avenida Colombo. O quartel do Corpo de Bombeiros também foi atingido.
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Equipes da prefeitura estão nas ruas desde as primeiras horas do dia para atender às ocorrências e trabalhar na recuperação dos serviços afetados. O prefeito Silvio Barros afirmou que os estragos alcançaram várias regiões do município e que foi necessário mobilizar imediatamente equipes de diferentes áreas.
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Em um vídeo gravado na Avenida Paranavaí, Barros mostrou os prejuízos e disse que os trabalhos começaram ainda durante a madrugada, com prioridade para os pontos mais afetados. Segundo ele, a extensão dos danos exige reforço e cooperação para acelerar a retomada da cidade. O prefeito também ressaltou a urgência de restabelecer as comunicações.
Dados do Simepar indicaram rajadas de vento de 81 km/h às 3h30 em Maringá. No aeroporto, os ventos chegaram a 66,6 km/h às 6h, e novas rajadas de 60,8 km/h foram registradas às 6h15 e às 6h30. O volume acumulado de chuva na cidade foi de 51,8 milímetros.
O quartel do Corpo de Bombeiros ficou completamente destelhado. Árvores caíram dentro da estrutura e atingiram veículos, impedindo a saída das viaturas. Uma das primeiras medidas foi liberar o acesso ao local para permitir a atuação dos bombeiros e das equipes da Copel.
A prefeitura decretou calamidade pública diante dos danos e pediu reforço para acelerar a normalização dos serviços. Em vídeo, Barros descreveu a situação como “um clima de guerra na cidade inteira” e relatou ter passado por várias avenidas e bairros, incluindo a Avenida Colombo. Ele afirmou que as equipes trabalhavam desde a madrugada, mas que eram necessários reforço, solidariedade e cooperação.
