Dr. Jen Claude no YouTube responde se há frequência excessiva de masturbação

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Masturbação: não há frequência “ideal”, diz especialista (Foto: Instagram)

Durante anos a masturbação foi tratada como um tema cercado de tabus, silêncio e até culpa, associada a vários mitos de saúde e moralidade. Com a evolução das conversas sobre bem-estar e sexualidade, profissionais passaram a falar do assunto de maneira mais franca. Recentemente, a médica e criadora de conteúdo Dr. Jen Claude publicou um vídeo no YouTube para esclarecer uma das dúvidas que mais aparece entre os seguidores: existe alguma frequência considerada excessiva ao se masturbar?

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No vídeo, Dr. Jen Claude lembrou que o tema ainda provoca insegurança em muita gente e já começou a gravação com uma boa notícia. Antes de dar a resposta, ela reforçou que a masturbação é perfeitamente normal e pode integrar de forma saudável a vida íntima e o bem-estar emocional. Em seguida, a médica desmistificou a ideia de que esse hábito precisaria seguir limites rígidos.

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Segundo Dr. Jen Claude, não há uma regra universal que indique quantas vezes por dia, semana ou mês alguém deveria ou poderia se masturbar. A frequência varia conforme fatores como rotina, nível de libido, estados de humor e até fases da vida. “Não existe um limite máximo fixo, assim como não há um número mínimo”, explicou ela, destacando que cada pessoa tem seu próprio ritmo.

Alguns indivíduos podem sentir vontade várias vezes ao longo do dia, enquanto outros podem passar semanas ou até meses sem se masturbar. Para a médica, ambas as situações estão dentro da normalidade, desde que o hábito esteja bem integrado à rotina e não prejudique outras áreas da vida. “Depende muito de cada pessoa: algumas se masturbam diariamente, em alguns períodos do mês ou apenas quando têm desejo”, afirmou.

O ponto crucial, ressaltou Dr. Jen Claude, é observar se a prática interfere no bem-estar mental, nos relacionamentos, no trabalho ou em tarefas cotidianas. Se o impulso começar a gerar consequências negativas e a pessoa tiver dificuldade de controlar o ato, pode surgir um padrão compulsivo. Nesses casos, a recomendação é buscar avaliação de um profissional de saúde qualificado.

Outro tópico abordado no vídeo foi o fenômeno dos desafios que propõem ficar sem masturbar durante semanas ou meses. Participantes desses movimentos relatam aumento inicial da excitação, oscilações de humor e maior tensão sexual, efeitos atribuídos à continuidade das respostas hormonais ao desejo. Com o tempo, algumas pessoas se adaptam ao novo padrão e voltam ao hábito anterior, enquanto outras preferem encerrar o desafio antes do prazo.

Profissionais em sexualidade enfatizam que a experiência varia de indivíduo para indivíduo, influenciada por aspectos físicos, emocionais e psicológicos. No entendimento de Dr. Jen Claude, a diversidade de comportamentos sexuais é esperada e saudável, desde que cada pessoa tenha autonomia para escolher seu próprio ritmo e procure ajuda sempre que o hábito se transforme em um problema.